sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

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SEGURO LAR ONLINE , RAPIDO E PRATICO. PASSA A VALER NO MESMO DIA:

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Cesar Junior
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Corretor Web

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

GRUPO PÃO DE AÇÚCAR ( SOCORRO AJUDA UM CLIENTE DO EXTRA.COM )

Boa Noite !
Prezados , informo e solicito ajuda , meu sogro ( Luiz Carlos Serra ) realizou uma compra em 25/11/2011 , com prazo até 30/11/2011 , através do Extra.com pedido n°12681893 , Rio de Janeiro, não recebeu o produto , mas pagou via cartão de credito em 26/11/2011 .
E agora o melhor , consta como entregue desde 01/12/2011 , ou seja tomou uma volta de quase R$700,00 , agora só resta entrar na justiça ou rezar para alguém no Extra fazer a coisa certa , entregar o produto. Assim gostaria da ajuda do Grupo Pão de Açúcar .

domingo, 9 de outubro de 2011

Sítio para Festas ou Eventos , Maricá/RJ

Belo sítio em Bambuí Maricá RJ , ideal para realizar festas ou eventos.
O local conta com piscina e salão de jogos.
Capacidade de até 50 pessoas.
Valor de R$700,00 aluguel.
Tratar : 2648-5370 ou 9835-4555

sábado, 17 de setembro de 2011

Peça Espirita: Família, uma Comédia Genial

Horário: 17:00
Data: 18/09/2011
Local: Centro Espírita Aprendizes do Bem
Rua João Pinheiro n°574 , Bairro Piedade
Contato: (21) 9163-2113 ou (21) 3903-8518
Grupo Espírita Humberto Cavalcante do Centro Espírita Humildade e Amor
VALOR DO INGRESSO: 01KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL OU MATERIAL DE LIMPEZA

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Boa Noite ! Prezados(a) , Cuidado com a documentação do carro( IPVA ). Meu sogro hoje teve o carro rebocado , veiculo...

Boa Noite ! Prezados(a) , Cuidado com a documentação do carro( IPVA ). Meu sogro hoje teve o carro rebocado , veiculo vistoriado 2010 com ipva 2011 pago mas não tinha ainda vistoria do ano agendada . A CNH está OK e Kit Gás sempre homologado em dia e regularizado no documento . Até ai é regra , mas o drama começou quando o funcionario do Detran queria a qualquer custo ficar com as chaves do carro na blitz e só mudou de ideai quando perguntei ao responsavel da operação a razão do ato , quando cheguei ao local . Ai visitamos o Detran da Presidente Vargas , um prestador do Detran na Passos e claro o Itaú . Depois de 3 horas de agradavel passeio socio educativo as custas do meu sogro é detalhe a placa do carro dele é final 4 , ou seja venceu no dia 31/08/2011 o prazo para realizar ou agendar vistoria , chegamos ao deposito e meu sogro aos 67 anos , recebeu seu carro amassado do para-lama do carona , sumiu o documento do carro IPVA 2010 , e viu no deposito a pratica de uma cobraça surpresa de R$50,00 , no local e ai daquele que não paga , fica sem carro na 6°feira . Mas a funcionaria viu meu sogro e acredito que lembrou que tem pai e liberou meu sogro da cobrança extra/caixinha . Bom esse belo dia socio educativo do Detran , mostra como o estado e rapido e bom com seus parceiros de contrato e não liga em nada para o cidadão . Mais a cada 4 anos você e eu servimos para votar e manter esse estado de ordem . Boa noite e abraços a todos

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Polícia e MP investigam 12 associações e cooperativas que vendem seguros de carros no ES

Data: 26.07.2011 - Fonte: TV Vitória


A polícia e o Ministério Público investigam doze associações e cooperativas do Espírito Santo suspeitas de venderem seguros e não realizarem os serviços quando acionadas pelos clientes. Vários clientes das empresas já acionaram a justiça e buscam os seus direitos.



A autônoma Lúcia Santos Gonçalves mostrou os comprovantes dos pagamentos em dia. Ela disse que sofreu um acidente em março e ainda está com o carro na oficina. "Estou parada e até com depressão. Sou uma das pessoas que estão vindo aqui todos os dias porque estou precisando do meu carro para trabalhar porque vivo disso", reclamou.

O mecânico Renato Ferreira do Rosário teve o carro roubado no início de março. Ele fez tudo o que a associação pediu, mas não obteve nenhum retorno até hoje. "Desde o dia 16 de março até hoje nunca me deram retorno de nada, nunca me falaram nada".



O caso da aposentada Ana do Carmo Rosa é ainda mais absurdo. O carro dela batido está preso em um pátio de guincho há quatro meses. Isso porque a seguradora não pagou as diárias. "A menina do pátio ligava para o escritório para avisar que estava passando de 20 dias e teríamos que começar a pagar. O seguro é quem deveria ter pagado", lamentou.

O representante da empresa de guincho diz que não tem o que fazer. "Hoje já passa de R$ 3 mil. Já tem quatro meses. Eles não estão pagando nada e nem atendem o telefone. Não informou o cliente e pessoas de idade vêm aqui na porta todos os dias para tentar resolver o problema e não tem solução. Nas poucas vezes em que eles atendem o telefone, não informam nada e passam a responsabilidade para outras pessoas até a ligação cair", afirmou o administrador Fernando Ângelo.

A associação localizada em Campo Grande, Cariacica, até estava com as portas abertas nesta segunda-feira (25). Mas ninguém atendeu a equipe de reportagem da Rede Vitória para prestar esclarecimentos.

No Procon de Cariacica há apenas uma reclamação contra a Ampara. Porém, o cadastro jurídico da empresa deixa claro: ela não está habilitada a vender seguros. O gerente do órgão, José Carlos Coutinho, pede que as vítimas denunciem e faz um alerta. "Antes de fazer uma adesão a esse tipo de comércio é importante procurar o Procon ou em sites de bancos ou da seguradora na internet para ver se ela está autorizada a oferecer esse serviço".

sábado, 16 de julho de 2011

Museu Casa de Portinari tem opção para as crianças nas férias

Museu Casa de Portinari tem opção para as crianças nas férias
Brincadeiras, oficinas e atividades na casa onde viveu o artista plástico vão até o dia 31 de julho, em Brodowski


Estudantes aproveitam as férias para conhecer casa onde Portinari viveu
O Museu Casa de Portinari, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, administrada em convênio com a ACAM Portinari, preparou para as férias escolares uma rotina cheia de atividades que promovem o resgate cultural das brincadeiras de rua, inspiradas pelas obras de Candido Portinari. A proposta é ajudar os pais no desafio de manter as crianças entretidas em atividades que gastem energia e proporcionem momentos de lazer e de descontração.

Até 31 de julho, o museu apresenta brincadeiras, que, muitas vezes, são desconhecidas da nova geração, entre elas barra-manteiga, pique, pião e peteca. Para completar a diversão, materiais simples e acessíveis, como palitos de churrasco, retalhos de tecido, grão de arroz e papéis coloridos são utilizados para dar forma a pipas, cataventos, bugalhas e espantalhos, nas oficinas artísticas da instituição cultural de Brodowski.

As atividades são realizadas de terça a domingo, das 9h às 12h e das 14h às 17h, na esplanada do museu. A participação é gratuita.

Férias no Museu
Até 31 de julho
Casa de Portinari
Praça Candido Portinari s/nº, Brodowski
De terça a domingo, das 9h às 12h, e das 14h às 17h
Entrada gratuita
Inf.: (16) 3664-4284



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Associações e Cooperativas: isso é seguro?

Associações e Cooperativas: isso é seguro?


Algumas associações e cooperativas estão comercializando ilegalmente seguros de automóveis com o nome, por exemplo, de "proteção", "proteção veicular", "proteção patrimonial", dentre outros.

Como essas associações e cooperativas não estão autorizadas pela SUSEP a comercializar seguros, não há qualquer tipo de acompanhamento técnico de suas operações.

A única forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras devidamente autorizadas pela SUSEP, passando a representar seus associados e cooperados como legítimos segurados.

Portanto, antes de contratar um falso seguro, consulte o nome da sociedade seguradora no sítio eletrônico da SUSEP e leia as condições gerais do contrato de seguro.

sábado, 14 de maio de 2011

Apto tipo casa frente de rua

Casa de 30 m2, 1 quarto(s), 1 banheiro(s), construído a cerca de 50 a 70 anos, situado em Cascadura. Apto tipo casa frente de rua no bairro de cascadura , proximo a comercio , falar com Luiz Carlos Serra no local .
OBS Esquina com Rua da Pedreira em Cascadura.
Preço: R$ 28.000

Luiz Carlos Serra
Rua Goias, 1450 fds esquina Rua da Pedreira
Cascadura
Rio de Janeiro
Tel (21) 2229-0482
Cel (21) 9145-7250

terça-feira, 10 de maio de 2011

SOCORRO AUTO ITAÚ

O SOCORRO AUTO ITAÚ CONTEMPLA AS GARANTIAS :

ACIDENTES PESSOAIS POR PASSAGEIRO ( APP )
DANOS CORPORAIS A TERCEIROS ( DCT )
ASSISTÊNCIA 24 HORAS AO VEÍCULO

OBS : PARA VEÍCULOS DE PASSEIO COM ATÉ 15 ANOS DE USO.
PAGAMENTO VIA BOLETO BANCÁRIO .

CONTATO : ( 21 ) 3903-8518 / ( 21 ) 9431-2289 / ( 21 ) 9498-6280

MUITO OBRIGADO

CESAR ROBERTO ALVES JUNIOR
CORRETOR DE SEGUROS

domingo, 16 de janeiro de 2011

Posto de Coleta para desabrigados da região serrana

O Centro Espírita Aprendizes do Bem , localizado no bairro de Piedade, na Rua João Pinheiro n°574 .
As doações podem ser entregues todas as 3° e 5° feiras a partir das 19:00hs até as 21:00hs .
Informações: Tel 3903-8518 , Cel 9431-2289 , Cel 8181-4668 ( Cesar ou Monica )
Peço a ajuda de todos pelo próximo .
Muito Obrigado

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Chico Xavier , O Filme ( Entrada Franca )

Para quem gostaria de ver ou rever um lindo filme :
O Centro Espirita Aprendizes do Bem , no bairro de Piedade - Rio de Janeiro/RJ .
Dia 24/10/2010 as 17:00hs ( entrada franca )
Rua João Pinheiro n°574
Informações : 9163-2113 / 9431-2289 / 8181-4668

domingo, 10 de outubro de 2010

DEBATE NA TEVE BAND

MEUS AMIGOS !
SÓ TEM ATAQUE , ISSO É UMA VERGONHA PARA O BRASIL.
QUE DEBATE É ESSE NA BAND , SÓ TEM BATE LÁ E KA !
VAI SER DIFICIL VOTAR .

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Praça em Sergipe é eleita Patrimônio Cultural



A praça de São Francisco, uma preservada construção barroca no município de São Cristóvão, a quarta cidade mais antiga do Brasil, foi inscrita neste domingo como novo Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A candidatura desta praça, que foi traçada na época em que Portugal, Espanha e suas respectivas colônias eram parte de um mesmo reino, foi aprovada neste domingo pelos membros do comitê de Patrimônio Mundial da Unesco, reunidos desde segunda-feira em Brasília para sua 34ª reunião.

Cercada pelas também históricas igreja de São Francisco, Convento de São Francisco, Capela da Ordem Terceira - atualmente sede do Museu de Arte Sacra -, Santa Casa e igreja da Misericórdia e Palácio Provincial, a praça é a única no Brasil com um traçado urbanístico de origem tipicamente da colônia espanhola.

Sua construção é do período conhecido como União Ibérica (1580-1640), quando os reinos de Portugal e Espanha tiveram como único soberano os reis Felipe II, Felipe III e Felipe IV da Casa da Áustria.

domingo, 1 de agosto de 2010

Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás

Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás
Raul Seixas
Composição: Raul Seixas / Paulo Coelho
-"Um dia, numa rua da cidade
Eu vi um velinho
Sentado na calçada
Com uma cúia de esmola
E uma viola na mão
O povo parou prá ouvir
Ele agradeceu as moedas
E cantou essa música
Que contava uma história
Que era mais ou menos assim:"

Eu nasci!
Há dez mil'anos atrás
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Eu vi Cristo ser crucificado
O amor nascer e ser assassinado
Eu vi as bruxas pegando fogo
Prá pagarem seus pecados
Eu vi!...

Eu vi Moisés
Cruzar o Mar Vermelho
Vi Maomé
Cair na terra de joelhos
Eu vi Pedro negar Cristo
Por três vezes
Diante do espelho
Eu vi!...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Eu vi as velas
Se acenderem para o Papa
Vi Babilônia
Ser riscada no mapa
Vi Conde Drácula
Sugando sangue novo
E se escondendo atrás da capa
Eu vi!...

Eu vi a arca de Noé
Cruzar os mares
Vi Salomão cantar
Seus salmos pelos ares
Eu vi Zumbi fugir
Com os negros prá floresta
Pr'o Quilombo dos Palmares
Eu vi!...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Eu vi o sangue
Que corria da montanha
Quando Hitler
Chamou toda Alemanha
Vi o soldado
Que sonhava com a amada
Numa cama de campanha
Eu li!
Ei li os símbolos
Sagrados de umbanda
Eu fui criança prá
Poder dançar ciranda
Quando todos
Praguejavam contra o frio
Eu fiz a cama na varanda...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos atrás!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Não! Não!
Eu tava junto
Com os macacos na caverna
Eu bebi vinho
Com as mulheres na taberna
E quando a pedra
Despencou da ribanceira
Eu também quebrei a perna
Eu também...

Eu fui testemunha
Do amor de Rapunzel
Eu vi a estrela de Davi
Brilhar no céu
E pr'aquele que provar
Que eu tô mentindo
Eu tiro o meu chapéu...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos atrás!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(3x)

Medo da Chuva

Medo da Chuva
Raul Seixas
Composição: Paulo Coelho / Raul Seixas
É pena que você pense
Que eu sou seu escravo
Dizendo que eu sou seu marido
E não posso partir

Como as pedras imóveis na praia
Eu fico ao seu lado sem saber
Dos amores que a vida me trouxe
E eu não pude viver

Eu perdi o meu medo
O meu medo, o meu medo da chuva
Pois a chuva voltando
Pra terra traz coisas do ar

Aprendi o segredo, o segredo
O segredo da vida
Vendo as pedras que choram sozinhas
No mesmo lugar

Eu não posso entender
Tanta gente aceitando a mentira
De que os sonhos desfazem aquilo
Que o padre falou

Porque quando eu jurei meu amor
Eu traí a mim mesmo, hoje eu sei
Que ninguém nesse mundo
É feliz tendo amado uma vez...
Uma vez

Eu perdi o meu medo
O meu medo, o meu medo da chuva
Pois a chuva voltando
Pra terra traz coisas do ar

Aprendi o segredo, o segredo
O segredo da vida
Vendo as pedras que
Choram sozinhas no mesmo lugar

Vendo as pedras que
Choram sozinhas no mesmo lugar
Vendo as pedras que
Sonham sozinhas no mesmo lugar

Epitáfio

Epitáfio
Titãs
Composição: Sérgio Britto
Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...

Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe alegria
E a dor que traz no coração...

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor...

Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier...

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...(2x)

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr...

domingo, 25 de julho de 2010

UM GESTO DE BONDADE

UM GESTO DE BONDADE
(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)



Costuma-se ouvir pessoas reclamarem da ingratidão com que são recompensados seus gestos de bondade. É possível até se escutar promessas veementes de que jamais tornarão a ajudar a quem quer que seja, pois não vale a pena.

Para um repórter de um jornal inglês uma ação bondosa lhe valeu a vida.

Enviado para a África do Sul como correspondente, ele chegou até Moçambique, uma terra devastada, por décadas, pela guerra e pela fome.

Ele crescera na África e costumava andar por todos os lugares, junto com sua mãe. Médica devotada, ela priorizava a questão da vacinação e percorria vales e montanhas, para todos imunizar.

Ele sabia que os rebeldes moçambicanos tinham bases em Malauí, mas também sabia que os jornalistas estrangeiros não eram bem-vindos.

Ávido pelas notícias, contudo, aventurou-se, até ser preso por seis homens com cartucheiras, granadas e lança-bombas.

Resolveram levá-lo como prisioneiro até sua base de operações.

Pelo caminho, passando pelas aldeias, ele era apresentado como um troféu e, embora não entendesse o que falavam, uma mistura de dialetos, podia perceber que a sua captura era dramatizada.

Era um espião. Estava armado. Resistira. Por vezes, davam-lhe chutes e tapas.

Após dois dias de caminhada rude e maus tratos, finalmente o grupo chegou à base e ele foi apresentado ao comandante do campo.

Vestido a caráter, ouvia o relato com atenção, alimentando-se bem, enquanto ao pobre aprisionado não foi permitido nem sentar-se.

Em dado momento, o jornalista pôde ouvir que eles passaram a usar o dialeto Chindau. Este ele conhecia de seu tempo de criança, quando de suas andanças com sua mãe pelas aldeias.

Prestou atenção e, então, hesitante, saudou o comandante com o que pôde se lembrar do dialeto Chindau.

O comandante ficou admirado. Como ele conhecia aquela língua?

Cresci aqui. - Falou o prisioneiro.

Dizendo o nome de sua família, viu repentinamente o semblante duro daquele chefe se transformar.

Sua mãe era médica? Perguntou ele. Então foi ela que me vacinou. E, erguendo a manga da camisa, mostrou a cicatriz da vacina.

E você, continuou, você é o garoto que nos dava um torrão de açúcar, com o remédio. Ficava insistindo para que colocássemos a língua para fora e punha açúcar nas nossas bocas.

Graças a isso, eu cresci forte!

Tudo mudou em questão de minutos. De refém passou a hóspede de honra. Pôde sentar-se, alimentar-se, refrescar-se com um pano úmido.

No dia seguinte, foi levado de volta com todo cuidado e atenção. Os captores dos dias anteriores, transformados em zelosos guarda-costas agora, até tiraram foto com ele.

O jornalista guardou a foto, certo de que uma boa ação permanece sempre viva, apesar das distâncias e do tempo.

* * *

A bondade é luz que se espalha na noite das desesperanças. Acendamos as luzes da bondade onde se estenda a escuridão e convertamos os nossos braços em traves de misericórdia, silenciando a eventual ingratidão que venhamos a receber.

Os ingratos necessitam redobrados atos de bondade para serem sensibilizados, pois a ingratidão é enfermidade da alma.





Redação do Momento Espírita com base no artigo A recompensa de
uma boa ação, publicado em Seleções Reader´s Digest, de janeiro
de 1999 e no verbete Bondade, do livro Repositório de sabedoria, v. 1,
pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 23.07.2010.

MUSEU MILITAR CONDE DE LINHARES

Boa Noite !

Hoje estive no Museu Militar Conde de Linhares no bairro de São Cristovão , telefone (21) 2589-9581 .
Recomendo a todos .
É um lindo passeio .
O prédio que abriga o museu é lindo e o acervo muito bem conservado .
Através do museu é possível realizar uma viagem ao passado !

Muito Obrigado
Cesar Roberto Alves Junior

O SITE DA FAMÍLIA MAÇÔNICA

Boa Noite !

Recomendo a todos :

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Muito Obrigado
Cesar Roberto Alves Junior

terça-feira, 20 de julho de 2010

SEGURO DE CARRO

CESAR ROBERTO ALVES JUNIOR SEGUROS
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SEGURO DE CARRO

Ô povo de mente criativa.... E COM MUITO TEMPO PRA PERDER...........
- Quem escreveu, tem muito tempo e muita imaginação.


'Vocês sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável. ..
Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões
que fazem a Fiesta , nessa Honda de assaltos!!!
A Marea está Brava !
Quem não segura o seu automóvel, pode se Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Ranger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando:
- Kadett meu carro ??????.
Faz a maior Siena e fica Palio de nervoso !!!
Mas isto não Elba stante para ter seu carro de volta !
Seguro é o Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver, sem ficar com cara de Besta no final !!!
O seguro é um Prêmio para quem o faz !!!
Tempra todo veículo. Tem Parati também.
E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas Variant es...
Afinal Quantum mais opções, melhor !
Você vai ver que o nosso seguro é legal as Pampa ...
Por isso, ele o Fusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accord !!!
Não deixe o prazo Passat !... Monza obra !
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Espero seu contato...
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Boa Voyage e Pointer final.

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Não é uma boa Idea?
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sábado, 17 de julho de 2010

Palmadinha fora da lei

O governo quer proibir o tapa pedagógico. Mas não é de uma nova lei que depende a felicidade e o futuro das crianças, e sim do bom senso e equilíbrio dos pais

quinta-feira, 8 de julho de 2010

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domingo, 4 de julho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Estado vai investir R$ 75 mi em Maricá

Um dia depois de anunciar a licitação de obras para a melhoria do abastecimento de água em São Gonçalo, o governador Sérgio Cabral revelou que também vai realizar uma concorrência pública, amanhã, que garantirá investimento de R$ 68 milhões para resolver o problema de falta d’água em Maricá. Na última segunda-feira, o Estado já havia licitado R$ 7 milhões para este mesmo tipo de investimento.

De acordo com o governo estadual, a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) vai investir R$ 68 milhões para implantar um sistema de abastecimento que levará água para os bairros de Itaipuaçu e Inoã. Já os R$ 7 milhões serão usados para construir uma estrutura semelhante em Ponta Negra. As duas obras estão previstas no contrato assinado entre o munícipio e a Cedae no fim de 2008, que recentemente foi revisado pelo Estado e pelo prefeito Washington Quaquá (PT).

De acordo com a secretária municipal de Projetos Especiais de Maricá, Luciana de Andrade Vianna, a liberação das obras são instrumentos da parceria entre Estado e Prefeitura para melhorar a qualidade de vida dos maricaenses.
“Se há uma constante na administração pública do município essa é a perseverança do prefeito na luta por recursos. Estejam onde estiverem esses recursos, seja no Rio ou em Brasília, sempre haverá um projeto do município pronto para utilizá-los”, declarou Luciana de Andrade Viana.

São Gonçalo - Nesta quinta-feira (24), o Governo do Estado também vai licitar obras para a melhorias no abastecimento de água nos bairros do Sacramento, Pacheco e Mundel, que beneficiarão aproximadamente sete mil moradores. O custo destas obras está avaliado em cerca de R$ 1,675 milhão.

Programa Bairro Maravilha Zona Norte interdita ruas em Cascadura

Rio - A partir das 8h de segunda-feira, dia 14, até as 18h do dia 24 de junho, a Rua Padre Manoel da Nóbrega, em Cascadura, Zona Norte do Rio, será fechada entre as ruas Barão do Bananal e Graça Melo para obras do Programa Bairro Maravilha Zona Norte. Os motoristas que quiserem acessar a Rua Herculano Pena deverão utilizar a Rua Múcio Teixeira, como orienta a portaria da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) que autoriza essa alteração de trânsito.

Para o prosseguimento das obras a Rua do Amparo tambem será interditada até as 18h do dia 24 de agosto, entre as ruas Padre Manoel da Nóbrega e Valério. O tráfego também sofrerá desvios: quem vier pela Rua Barão do Bananal para a Rua Padre Manoel da Nóbrega deverá seguir pelas ruas Múcio Teixeira e Graça Melo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

ATENDIMENTO FRATERNO ( SEMINÁRIO )

O CENTRO ESPÍRITA APRENDIZES DO BEM , CONVIDA A TODOS PARA:

SEMINÁRIO ATENDIMENTO FRATERNO

DATA 28/03/2010
HORÁRIO 15:00h ÀS 19:OOh

INSCRIÇÕES COM ANTECEDÊNCIA, A PARTIR DE FEVEREIRO, NO CENTRO ESPÍRITA OU PELO E-MAIL CENTROESPIRITAAPRENDIZESDOBEM@IG.COM.BR , INFORMAÇÕES (21)9163-2113 FALAR COM MONICA TEIXEIRA SERRA .

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tempo Bom ! Um Dia Volta !

Fonte: Jornal O Dia - 14/5/2007

Turistas e cariocas que quiserem ir de carro ao Cristo deverão estacionar nas Paineiras, onde comprarão o ingresso e pegarão veículo credenciado pelo Ibama para subir o restante do trajeto. Até a implantação das catracas, táxis e vans regularizados estão autorizados a entrar. "Não estamos cobrando os R$ 5 devido ao desmantelamento do esquema", informou Calmon.
A licitação dará o direito de explorar a bilheteria à empresa que apresentar o menor preço da entrada e o visitante vai poder comprar o tíquete pela Internet. O trenzinho da estação do Cosme Velho (R$ 36) é a outra opção.

A historiadora Mônica Teixeira Serra, 36 anos, no entanto, subiu a pé, com marido e filho. "Planejamos o passeio há um mês. Meu filho não conhece o Cristo", disse. Um grupo de turistas franceses também foi a pé. Um deles, Pascal Pinet, 24, usava muletas. O acesso de pedestre é permitido até as 16h. Carros autorizados podem subir até as 17h.

A professora Mônica Teixeira Serra enviou seu email para “News do Professor” da Estácio

“Meu desejo para 2010 é estudar no Mestrado em Educação.
Sou PROFESSORA e não desisto nunca por uma EDUCAÇÃO melhor!!!”

06 / 11 /2009 - Diretoria da Associação de Servidores do IBRAM toma posse

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Em evento ocorrido no dia 04 de novembro de 2009, no Auditório Gilberto Freire, Palácio Gustavo Capanema, centro do Rio de Janeiro, foi empossada a primeira diretoria e conselho fiscal da ASBRAM - Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus.

O IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus, é uma autarquia ligada ao Ministério da Cultura responsável por 28 museus federais (dentre os quais Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República, Museu Imperial, Museu da Inconfidência dentre outros) além da gestão do Sistema Braisleiro de Museus, que agrega mais de 2000 instituições museológicas e de memória espalhadas por todos os estados e no DF.

Hoje o IBRAM conta com 417 servidores ativos, nenhum aposentado e o MPOG (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) autorizou concurso para preenchimento de mais 293 vagas (foi aprovado, com a criaçãopd o IBRAM em maio de 2009, o preenchimento de 425 vagas via concurso público). O edital para o primeiro concurso público da referida autarquia deve ser publicado por estes dias.

Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus - ASBRAM Gestão 2009/2010

Diretoria
Presidente - Vicente Oliveira do Carmo - Museu Nacional de Belas Artes
Vice-presidente - Andre Andion Angulo - Museu da República
1ª Secretária - Mércia Correia Freire - Museu Casa de Benjamin Constant
2ª Secretária - Sonia Maria Gauderetu Duarte - Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio
1º Tesoureiro - Amauri Rodrigues Dias - Museu Ncional de Belas Artes
2º Tesoureiro - José de Lima - Museu da República

Diretor para Assuntos de Comunicação e Cultura - Amândio Miguel dos Santos - Museu Nacional de Belas Artes

Diretor de Assuntos Sociais, Esportivos e Lazer - Reginaldo Tobias de Oliveira - Museu Nacional de Belas Artes

Conselho Fiscal
Presidente - Cirlei Gonçalves da Rocha Vianna - Museu Nacional de Belas Artes
2º Conselheiro - Angela Cireni Teles - Museu Nacional de Belas Artes
3º Conselheiro - Joao Batista Rabelo e Castro - Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio.

Dentre os convidados, que prestigiaram o evento de posse da diretoria da ASBRAM com discursos, estiveram presentes:
Patrícia Araújo, diretora da Casa de Oliveira Viana, representando Márcia Bibiani, Superintendente de Museus do Estado do Rio de Janeiro; Maurício Aguiar, representando Josemilton Maurício da Costa, Secretário Geral da CONDSEF - Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal; Victor Madeira, Diretor de Formação e Política Sindical do SINTRASEF RJ - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Rio de Janeiro e Dirigente do MLC - Movimento Luta de Classes, Marcos Villela de Castro, Dirigente do PCR - Partido Comunista Revolucionário e Diretor da Associação dos Servidores do Centro de Processamento de Dados do Estado do Rio de Janeiro, além da atriz Zezé Mota, Superintendente da Secretaria da Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, representado a Secretária de estado Benedita da Silva que parabenizou o movimento que a ASBRAM e SINTRASEF vem empreendendo em relação às questões de melhores condições de trabalho e nos brindou com a interpretação de uma música, a capela, que narra aspectos de luta pela dignidade humana.

Há de se destacar a presença dos servidores dos museus federais sediados no Rio de Janeiro, servidores do IPHAN, de outras esferas de governo, de Ádua Nesi, representando a Associação Brasileira de Museologia, do Presidente da ASSEFAERJ - Associação dos Servidores da FUNARJ, da subsecretária de Cultura de Maricá, Mônica Teixeira Serra, do Secretário de Meio Ambiente de Nova Iguaçu, Sérgio Ricardo, do representante do Deputado Estadual Paulo Ramos dentre outros. Foram lidas cartas de apoio por convidados que não puderam comparecer, dentre as quais da Diretora do Museu Histórico Nacional, profª Vera Tostes, agradecendo o convite e felicitando a criação da ASBRAM.

Maricá comemora o Dia Nacional da Cultura com concurso de acrósticos


Em homenagem ao Dia Nacional da Cultura, 5 de novembro, a Secretaria Municipal de Cultura e a Biblioteca Pública Municipal premiaram os vencedores do 3° Concurso de Acrósticos realizado entre os alunos dos 5° e 6° anos do ensino fundamental de 16 escolas públicas e particulares de Maricá. O concurso teve como objetivos estimular a composição poética, a leitura e a escrita, além de desenvolver a criatividade dos participantes. A premiação dos melhores acrósticos, que tinham como base a palavra “cultura”, aconteceu nessa quinta-feira, 5 de novembro, na própria biblioteca e contou com as presenças da bibliotecária Ingrid Guinin, responsável pelo evento, e dos membros da comissão julgadora: a subsecretária de Cultura, Mônica Teixeira Serra, representando o secretário de Cultura, Sady Bianchin, o professor Marco Antonio Caldeira de Azevedo e a presidente da Academia de Ciências e Letras de Maricá, Meg Carvalho. O coordenador de Música da Secretaria de Cultura, Ronaldo Valentim, cantou e executou ao violão a melodia “Aquarela”, de Toquinho e Vinicius.

Os alunos vencedores das cinco primeiras colocações foram:

1° lugar - Vitória Nogueira Vidal – Colégio Estadual Cacilda Silva. Professora responsável: Marlene Rangel da Cruz; 2° lugar – Monick Farias da Silva – Escola Municipal Lúcio Thomé Guerra Feteira. Professora responsável: Viléa Coelho Alves;
3° lugar – Miriã Andrade da Silva – Escola Municipal Dirce Marinho Gomes.
Professora responsável: Monserrat Bezerra Barbosa; 4° lugar – Jaqueline Alcântara do Amaral – Escola Municipal Cônego Batalha. Professora responsável: Camila Barreto Constantino; e, 5º lugar – Arthur Albuquerque di Giorgio – Santa Mônica Centro Educacional. Professora responsável: Lidiane Nunes Acácio Rangel

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Frase para 2010

"O horário político é o único momento em que os ladrões ficam em cadeia nacional".

domingo, 31 de janeiro de 2010

História do Club de Regatas Vasco da Gama


No final do século XIX, o remo era o esporte mais popular do Rio de Janeiro. Ainda que o ciclismo também fosse popular, o esporte de maior prestígio entre os comerciários da época era o remo, já que as bicicletas comportavam muitos custos.

Quatro jovens, Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre de Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Sousa Júnior, reuniam-se e remavam todos os finais de semana no Clube de Regatas Gragoatá, em Niterói. Moradores da cidade do Rio de Janeiro e cansados de terem que viajar até Niterói para praticarem seu esporte favorito, decidiram fundar um novo clube de regatas na cidade e logo conseguiriam mais adeptos à idéia.

A primeira reunião para traçar os planos para a fundação de um clube de remo realizou-se no número 80 da rua Teófilo Otoni. Uma semana depois, no dia 21 de agosto de 1898, houve nova reunião, presidida por Gaspar de Castro. Dessa vez foi fundado o Club de Regatas Vasco da Gama, com um grupo formado então por 62 remadores, quase todos portugueses, em uma sala da Sociedade Dramática Filhos de Talma, na Rua da Saúde 293, que viria a ser a primeira sede social do clube. Nesta ocasião, foi eleito presidente Francisco Gonçalves do Couto Jr., comerciante dos bairros da Saúde e Botafogo, com 41 votos. A ata de fundação registrava:

Aos 21 dias do mes de Agosto de 1898, as 2:30 horas da tarde, reunidos na sala do prédio da Rua da Saúde numero 293 os senhores constantes do livro de presenças, assumiu a presidência o Sr. Gaspar de Castro e depois de convidar para ocuparem as cadeiras de secretários os senhores Virgílio Carvalho do Amaral como 1o. e Henrique Ferreira como 2o., declarou que a presente reunião tinha o fito de fundar-se nesta Capital da Republica dos Estados Unidos do Brasil, uma associação com o titulo de Club de Regatas Vasco da Gama (…)

História do Clube de Regatas do Flamengo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em fins do século XIX, o remo dominava o Rio de Janeiro. O futebol começava a aparecer em alguns clubes, mas ainda era olhado com certo temor, pois não estava sendo recebido com entusiasmo pela sociedade carioca. Entretanto, como era o remo quem mandava, as competições movimentavam as manhãs no Rio antigo e não havia praia que não tivesse o seu grupo de regatas. A turma da praia do Flamengo não acompanhava o resto dos rapazes, preferindo os passeios de barco pela baía e o bate-papo no Lamas, o já famoso restaurante do Largo do Machado.

Entretanto, a idéia de se formar um grupo na praia mais movimentada do Rio começava a nascer e numa noite de setembro de 1895, José Agostinho Pereira da Cunha perguntou a Nestor de Barros, Mário Spínola e Augusto da Silveira Lopes o que achavam em de se fundar um clube de remo. Eles concordaram com a idéia, a notícia correu logo pelo Largo do Machado e as adesões surgiram na primeira noite. Entretanto, para se tornar um clube de regatas, havia necessidades de um barco, naturalmente.

Havia uma baleeira a cinco remos, meio gasta, que poderiam comprar. E nada mais justo do que os que tivessem dinheiro fossem os primeiros a colaborar e, assim, Mário Spínola, Felisberto Laport, Nestor de Barros, José Félix da Cunha Menezes e José Agostinho Pereira da Cunha contribuíram com quatrocentos mil réis, o suficiente para a compra da veterana embarcação, que teria que passar por uma reforma completa para ser o barco oficial do novo grupo que se formava.

Pherusa foi o nome dado ao barco e, para os devidos reparos, alguém indicou um armador de Maria Angu. Serviço perfeito por duzentos e cinqüenta mil réis e, mais uma vez, o pessoal que podia colaborar, colaborou. A manhã do dia 6 de outubro foi uma festa, pois era a data marcada para apanhar a ambicionada Pherusa.

Um bom grupo foi formado para ir buscar o barco: Nestor de Barros, José Félix, José Agostinho, Mário Espínola, Felisberto Laport, Napoleão de Oliveira, Maurício Rodrigues Pereira e Joaquim Bahia partiram felizes e mais felizes ficaram ao contemplar Pherusa, novinha em folha, a balançar-se no mar.

Depois do meio-dia saíram orgulhosos da Ponta do Caju já na embarcação. Mário Espínola dirigia o barco e apesar do tempo feio, nada tirava a empolgação dos rapazes. Entretanto, começou a ventar e a chover e, para tristeza de todos, a Pherusa não conseguia resistir e acabou naufragando. O medo tomou conta dos tripulantes e cada um procurava se manter de qualquer maneira seguro ao que ainda restava do barco. Bahia resolveu nadar até a praia em busca de ajuda, pois era um excelente nadador e o única capaz de tal tarefa.

Bahia sumiu, o vento parou, assim como a chuva e, de repente, uma lancha vinda da Penha viu o sinal de Mário Espínola – uma bandeira branca – e veio buscar os náufragos. Os tripulantes da lancha Leal salvaram todos e rebocaram a pobre Pherusa, totalmente destroçada.

Entretanto, o barco pouco importava, queriam saber de Bahia. Felizmente, Bahia era um bom nadador mesmo e, depois de quatro horas de luta, conseguir chegar à praia, feliz por lá encontrar os seus companheiros. A recuperação de Pherusa foi mais uma vez iniciada, mas quando o barco já estava sendo preparado para novas batalhas, foi roubado e nunca mais foi encontrado. Ficou de Pherusa apenas a lembrança e o desejo de todos em fundar realmente um grupo de regatas.

Virada histórica no Maracanã em cinco velocidades


Depois de ir para o intervalo com 3 a 1 para o adversário, Flamengo volta arrasador, faz quatro gols e vence Fluminense por 5 a 3

Em uma noite que parecia fadada às gozações da torcida adversária, quem riu por último foi o Flamengo. Depois de um primeiro tempo ruim, em que foi dominado quase que inteiramente pelo Fluminense, a equipe de Andrade voltou melhor do vestiário e desfez a desvantagem de 3 a 1 com uma virada que já entrou para história do clássico: 5 a 3.

O jogo não começou bem para o atual campeão brasileiro. Melhor em campo, o Fluminense abriu o placar aos 13 minutos do primeiro tempo, com Alan. Mesmo com mais posse de bola, o Fla era improdutivo e criava pouco. O Flu, por seu lado, era envolvente e a partir da segunda metade começou a criar várias oportunidades de gol. Até que o juiz marcou um pênalti, aos 38, e os tricolores ampliaram, com Conca. Não deu nem tempo para comemorar. Aos 42, também em cobrança de pênalti, Adriano diminuiu. Mas Cássio fez justiça ao maior volume de jogo, assinalando o terceiro dos comandados de Cuca, aos 45.

No segundo tempo, Andrade mexeu no meio-campo da equipe. Tirou Fernando e colocou Willians e, na criação, sacou Petkovic para a entrada de Vinicius Pacheco. O time voltou com mais atitude e as mudanças surtiram efeito. Aos sete, depois de um bate-rebate na área tricolor, Vagner Love aproveitou sobra na pequena área para deixar a contagem em 3 a 2. Um minuto depois, aos oito, Vinicius Pacheco fez uma jogada rápida de linha de fundo e Kleberson completou, quase de sem pulo: 3 a 3.

Aos 17, o zagueiro Álvaro levou o segundo amarelo e o Flamengo ficou com um a menos. A equipe, no entanto, manteve a raça. Em mais um contra-ataque rápido, Vagner Love abriu na direita para Vinicius Pacheco que rolou com precisão para Adriano concluir de pé esquerdo. Era o gol da virada, aos 36.

A cereja do bolo veio aos 44. Atrás do empate, o Fluminense descuidou a última linha e Adriano recebeu completamente livre, ainda no semicírculo. O Imperador não perdoou e fez o quinto, oseu terceiro na noite. Final, Flamengo 5 x 3 Fluminense, para a alegria da torcida rubro-negra, que não perdeu a chance de tripudiar. Devolveu, com o mesmo coro, um funk cantado pelos tricolores em fevereiro de 2008, quando o Flamengo sofreu sua última derrota para o clube das Laranjeiras.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Íntima conversa com Deus

A oração deve ser a expansão da alma para com Deus. É uma conversa muito íntima, uma meditação.

É, por excelência, o refúgio dos aflitos e de todos os corações magoados.

Nas horas de tristeza, de pesar, quem já não encontrou na prece a calma e o alívio?

É nesses momentos que acontece um diálogo profundo entre a alma que sofre e a Divindade.

A alma fala das suas angústias, dos seus desânimos, pede socorro.

Então, no altar da consciência, uma voz responde. É a voz do Pai de onde vem as forças para a luta, o medicamento para as feridas abertas e a luz para os caminhos escuros.

Essa voz consola, reanima, traz coragem.

Depois dessa conversa tão profunda, a alma se ergue menos atormentada e menos triste.

É como se um raio de sol trouxesse a esperança, modificando a paisagem de sombras.

A linguagem da prece varia conforme as necessidades do Espírito. Pode ser um grito, um lamento, um desabafo, um balanço geral dos próprios atos. Um simples pensamento, uma lembrança, um olhar dirigido para o Céu.

Não existem horas determinadas para a prece. Toda vez que sentirmos a alma emocionada, agitada por um sentimento profundo, é o momento de orar.

Podemos orar à beira dos mares, deixando a alma extravasar sua poesia ao ritmo das ondas que morrem na areia. Podemos orar na claridade do dia ou à noite, sob o céu estrelado e a luz da lua.

A nossa prece pode se erguer aos Céus do meio dos campos, entre o trigo que balança as espigas maduras ao vento ou nos bosques, no silêncio das florestas, nas estradas desertas.

Em verdade, tudo ora e tudo celebra a alegria de viver. Se nos dispusermos a ouvir, poderemos unir a nossa prece ao concerto que parte da Terra e busca Deus no Infinito.

Em toda parte, em todos os lugares, poderemos ouvir o cântico da terra que se dirige ao Criador.

Os oceanos erguem suas vozes e os desertos murmuram. A profundeza dos bosques, o farfalhar das folhas do arvoredo tudo entoa um cântico de gratidão à vida.

Agradecidos pelo dom da vida, que possamos pedir a Deus que nos dê amor ao trabalho, que é o dever de todos sobre a Terra; que ajude a nos esclarecer sobre as nossas imperfeições, essas que enfeiam a nossa alma e adiam o nosso progresso, para que fortalecidos pela sua generosidade, vençamos os obstáculos que impedem a vitória da verdade sobre o erro, da fraternidade sobre o egoísmo.

* * *

A prece feita em conjunto é como um feixe de vontades, de pensamentos e perfumes que se dirige para o Criador.

Se pudéssemos avaliar o verdadeiro efeito produzido pelas preces sinceras, oraríamos muito mais porque orar com amor pelos infelizes é uma das mais eficazes formas de caridade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 51
do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 27.01.2010.

Sol Nascendo


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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Prefeitura apreende e multa ônibus em Cascadura

Enviado por Marcelo Dias - 15.1.2010| 21h11mFora da linha
Prefeitura apreende e multa ônibus em Cascadura

A Secretaria Municipal de Transportes lacrou três ônibus e multou outros oito durante uma operação hoje no Terminal de Cascadura, na Praça Nossa Senhora do Amparo. Dentre as irregularidades, havia bancos soltos, parabrisas trincados e extintores que não funcionavam. Os ônibus lacrados são das linhas 773 (Cascadura-Cidade de Deus) e 790 (Cascadura-Campo Grande).

Já os coletivos multados são três da linha 712 (Cascadura-Irajá), da Três Amigos, um da 725 (Cascadura-Ricardo de Albuquerque), da Auto Viação Bangu, dois da 773 e outros dois da 790.

Ontem, os fiscais retiraram de circulação seis ônibus da linha 261 (Marechal Hermes-Praça XV), da Auto Viação Rio, por equipamentos inoperantes e documentação vencida.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Seminário: O aborto na visão espírita

Centro Espírita Aprendizes do Bem
Convida:
O aborto na visão espírita
Dia: 24/01/2010
Horário: Das 15:00 ás 19:00h ( Das 3:00 ás 7:00h )
Local: R. João Pinheiro, 574, Piedade, Rio de Janeiro

domingo, 10 de janeiro de 2010

A FELICIDADE E O TRABALHO

Os Espíritos ensinam que completa felicidade é apanágio da perfeição espiritual.

Enquanto o homem possuir vícios e fissuras morais, ele sofrerá.

A identificação exclusiva com as coisas materiais causa sofrimento.

Tudo o que é material é transitório.

Quem localiza sua fonte de satisfação no que dependa apenas do elemento material está fadado a perdê-la.

Ao final da existência terrena, restam somente as conquistas morais e intelectuais.

Tais conquistas correspondem ao tesouro que nenhum ladrão consegue roubar e que as traças e a ferrugem não atingem.

A perfeição espiritual não se cinge à conquista de virtudes morais.

Ela envolve também o burilar do intelecto.

A razão e o sentimento burilados e purificados constituem as duas asas que conduzem o Espírito à plenitude.

Importa, pois, dedicar-se ao cultivo de ambos.

A felicidade é o sonho de todo homem.

Pergunte-se a qualquer pessoa o que deseja e ela certamente afirmará que quer ser feliz.

A busca de plenitude, de conforto e de paz têm conduzido a raça humana ao longo das eras.

A própria fragilidade da vida material desafia o intelecto.

Na busca de preservá-la e de vencer os elementos da natureza, os homens desenvolvem suas faculdades intelectuais.

Com o tempo, esse intelecto desenvolvido volta-se para questões mais transcendentes.

Surgem reflexões sobre a razão e a finalidade da vida.

Indaga-se o porquê de tantos sofrimentos que envolvem a vida humana.

O Espiritismo responde tais questionamentos.

Ele ensina que os obstáculos e os infortúnios destinam-se a desenvolver a sensibilidade e o intelecto humanos.

A igualdade em face da dor, da doença e da morte mostra o quanto todos são parecidos e devem ser solidários.

Ricos e pobres, belos e feios, todos se submetem aos imperativos da natureza.

É difícil permanecer insensível em face de uma dor que já se experimentou.

À medida que a Humanidade evolui, as dores se tornam menos atrozes.

Por conta da evolução intelectual, medicamentos e tratamentos sofisticados são descobertos.

Tudo se encadeia no Plano Divino.

O progresso intelectual dá-se de modo quase automático, pelo natural desejo que os homens têm de se furtar a dores e embaraços.

O progresso moral secunda o intelectual, mas demanda uma sensibilidade e um esforço a mais para operar-se.

Ele pressupõe maturidade bastante para compreender a vida a partir de um patamar mais elevado.

O estágio atual da Humanidade já possibilita compreender que conquistas materiais não garantem a felicidade.

Embora a evolução científica e tecnológica, os homens persistem angustiados e carentes de paz.

Para ser feliz, é necessário vencer velhos vícios, que causam grande tormento.

Inveja, ciúme, egoísmo, ganância e sensualidade desequilibrada são exemplos de fissuras morais que infernizam quem as possui.

O homem realmente decidido a ser feliz precisa dedicar-se a combater seus vícios.

O intelecto desenvolvido auxilia-o a identificar os seus problemas morais.

Basta pensar quais de suas características lhe tiram a paz e não são elogiáveis no próximo.

Identificados os problemas, é necessário trabalhar para combatê-los.

A criatura madura sabe que não existe resultado sem trabalho, nem recompensa sem esforço.

Ninguém se transformará em anjo por um golpe de sorte.

Impõe-se a aplicação de uma firme vontade no burilamento do próprio caráter.

A plena felicidade pressupõe a perfeição espiritual, mas esta é fruto do trabalho.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 07.01.2010.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Maricá quebra monopólio das empresas de ônibus

Rio - O motorista Carlos Fernandes não conseguiu terminar o seu discurso de agradecimento. A voz embargou, as lágrimas rolaram e um abraço do prefeito de Maricá, Washington Quaquá, significou a felicidade dos donos de vans, que farão, oficialmente, o trajeto de Inoã a Niterói e ao Rio de Janeiro. Quaquá, acompanhado da primeira-dama, Rosângela Zeidan, inaugurou o terminal das vans. “A entrada das vans no Centro do município, antes de ser uma promessa de campanha contra o monopólio, marca uma vitória do povo”, disse.

O prefeito anunciou a criação de uma empresa municipal de transportes em 2011, e Rosângela Zeidan afirmou que “a regulamentação do transporte alternativo era um verdadeiro presente de Natal para a população”.
Durou oito anos a luta dos topiqueiros, obrigados a estacionar fora da cidade, e o sofrimento dos populares em caminhar até o ponto de partida para, então, se dirigir ao Rio e a Niterói. As vans de Maricá para Niterói circularão de 10 em 10 minutos, das 4h50 às 22h, e para o Rio de Janeiro, os intervalos serão de 15 minutos.

Maricá homologa licitação para a compra de ônibus escolares

O secretário de Educação de Maricá, Marcos Ribeiro , homologou a licitação feita pela sua pasta, através do método pregão eletrônico, para a compra de quatro ônibus escolares que atenderão aos alunos da rede municipal de ensino. Os veículos, do modelo VE 02, custarão R$ 548,6 mil aos cofres públicos.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Flamengo vence e conquista hexacampeonato brasileiro

Cariocas saem atrás do Grêmio, conseguem virada com dois gols de zagueiros e consolidam, com o título nacional, incrível recuperação iniciada sob o comando do técnico Andrade


RIO DE JANEIRO – Em um Campeonato Brasileiro marcado por surpresas e reviravoltas, a última rodada do torneio de 2009 não fugiu à regra: numa das decisões mais emocionantes da história do Brasileirão, o Flamengo sagrou-se campeão ao vencer o Grêmio de virada, por 2 a 1, no Maracanã. É o sexto título brasileiro do clube mais popular do país — campeão também em 1980, 82, 83, 87 (título da Copa União) e 1992.

Nos últimos 90 minutos dos mais de 3420 jogados pelo time carioca durante toda a competição, o Flamengo superou os gaúchos com gols dos zagueiros David e Ronaldo Angelim, depois de Róberson ter aberto o placar para o Grêmio. O empate, que persistiu até os 25 minutos do segundo tempo, dava o título ao Internacional, arquirrival do Grêmio, que venceu o Santo André por 4 a 1 e ficou com o vice. São Paulo e Palmeiras também iniciaram a rodada com chances de título.

A conquista rubro-negra consolida uma impressionante recuperação do time carioca na competição — a equipe era apenas a 10ª colocada ao fim do primeiro turno — e consagra o técnico Andrade, que assumiu o comando do time no 11º lugar e agora conquista seu primeiro título como treinador. Adriano, outro dos grandes heróis do título ao lado de Petkovic, não marcou mas terminou o torneio na artilharia da competição, com 19 gols, assim como Diego Tardelli.



O Grêmio começou o jogo com tudo, marcando em cima e tentando explorar a velocidade de seus jogadores no ataque. Diante de um Flamengo tenso e perdido em campo, a torcida rubro-negra começou a perceber que o título não viria com a facilidade imaginada.

O Fla só chegou à área gremista pela primeira vez aos 12 minutos. Aírton fez lançamento longo para Adriano, que demorou para concluir e deu tempo para Thiego afastar.

O domínio tricolor foi se consolidando, e aos 21 minutos saiu o gol gremista. Após escanteio cobrado por Douglas Costa, Roberson apareceu bem no primeiro pau, desviou de leve e tirou o goleiro Bruno da jogada.

O gol inverteu as posições, e o Flamengo passou a atacar daí em diante. Não demorou para empatar o jogo, aos 29 minutos. Após cruzamento na área, Adriano se engalfinhou com o zagueiro Léo e a bola sobrou limpa na área. David bateu forte e empatou a partida.

No último lance de perigo no primeiro tempo, o Flamengo quase virou. Adriano mandou direto para o gol uma falta cobrada da ponta direita, e Marcelo Grohe espalmou. Assim, o Flamengo foi para os vestiários sem o título.

FICHA TÉCNICA - FLAMENGO 2 X 1 GRÊMIO

FLAMENGO: Bruno, Leonardo Moura, David, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton, Toró (Éverton), Willians e Petkovic (Fierro); Zé Roberto (Kléberson) e Adriano.
Técnico: Andrade

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Mário Fernandes, Léo, Thiego e Fábio Santos; Adilson (Mithyuê), Túlio, Maylson e Lúcio; Douglas Costa e Roberson (Bérgson).
Técnico: Marcelo Rospide

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 6 de dezembro de 2009 (Domingo)
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Alessandro Rocha (Fifa-BA) e Carlos Berkenbrock (Fifa-SC)
Cartões amarelos: David, Willians (Flamengo); Marcelo Grohe, Douglas Costa, Lúcio, Adilson (Grêmio)
Gols: Roberson, 21 minutos, e David, 29 mintuos do primeiro tempo; Ronaldo Angelim, 24 minutos do segundo tempo

RECOLHIMENTO NECESSÁRIO

RECOLHIMENTO NECESSÁRIO
(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)


No mundo atribulado em que vivemos nossa rotina diária costuma ser cheia de afazeres.

Nossa mente é bombardeada diariamente por excesso de informações a partir da televisão, Internet, rádio, jornais e revistas.

Estamos constantemente preocupados com o que temos a fazer, imersos na pressa e entregues ao tão propagado stress da vida moderna.

Para compensar a correria diária, os momentos de lazer são, ora de total apatia frente a um aparelho de TV, ora de inúmeras horas de sono, ora de frenesi em shoppings ou em casas noturnas.

A maior parte de nós não cultiva o hábito de recolher-se para meditar.

Nossa mente é uma maravilhosa máquina, capaz de produzir numerosos pensamentos a cada minuto. Por este motivo muitas pessoas se queixam da dificuldade de concentração, pois não conseguem focar os pensamentos.

Entre os jovens, o uso constante de aparelhos, como o computador e o telefone celular, costuma dificultar muito a atenção seja em sala de aula, seja durante o estudo, seja durante a leitura de um livro.

Precisamos aprender a controlar nossa mente, deixando de ser guiados passivamente por ela.

A prática da meditação é quase tão antiga quanto a Humanidade, e é a base de muitas filosofias de vida, principalmente no Oriente.

Para algumas dessas filosofias, meditar é cultivar a disciplina mental, é permitir a abertura mental para o autoconhecimento e para o conhecimento do Divino.

Sócrates, filósofo grego, dedicou sua vida à meditação e ao estudo filosófico. Foi ele quem deu ênfase ao célebre conceito inscrito no templo de Delfos: Conhece-te a ti mesmo, convidando o indivíduo ao autoconhecimento.

O autoconhecimento nos dá equilíbrio, nos traz paz de espírito, nos conduz ao caminho da reflexão.

Não é necessário que meditemos durante horas, ou que usemos técnicas transcendentais de meditação. Mas é preciso que aprendamos a silenciar nossa voz e a reduzir o turbilhão de pensamentos por alguns minutos.

Podemos começar com alguns minutos de recolhimento em nosso quarto, antes do descanso, quando naturalmente nossa mente busca o repouso.

Um ambiente com pouca luz e música suave pode nos ajudar a relaxar.

Focar a atenção em um único objeto tem por objetivo controlar nossa mente.

O segredo é dominar os pensamentos e serenar a mente.

No início, a dificuldade poderá desanimar, mas a determinação em atingir o objetivo deve ser maior.

Quando conseguirmos silenciar a mente poderemos guiar nossos pensamentos dominando-os e não sendo dominados por eles.

Conseguiremos, então, refletir serenamente, e com humildade, sobre nossas atitudes, sobre o caminho a ser escolhido, sobre os objetivos nobres a atingir em nossa vida.

A meditação nos permite um maior contato com o mundo espiritual, nos trazendo a inspiração para a escolha do caminho correto a trilhar nesta maravilhosa oportunidade que é a vida.



Redação do Momento Espírita com base em seminário desenvolvido por
Divaldo Pereira Franco, ao ensejo da realização do Encontro Fraterno
, em Guarajuba-BA, em setembro de 2009.
Em 04.12.2009.

CÃES DE GUARDA

CÃES DE GUARDA
(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)



O cão tem sido, ao longo do tempo, apresentado como companheiro do homem, exemplo de fidelidade. O mundo pôde ver a cadela Baltique, da raça Labrador, acompanhar fielmente o enterro do seu dono, o Presidente da França, François Miterrand.

Raras são as crianças que não têm um cãozinho para brincar. Um Poodle, Bassê, um simples vira-lata.

Alguns cães têm uma infinita paciência. A criança os puxa, aperta, abraça, dá ordens. Andam no triciclo com o menorzinho da casa, passeiam no carro com o patrão.

Alguns se submetem a virarem um tipo de boneco e se deixam colocar nos carrinhos de bebês, como se bebês fossem, participando da brincadeira de faz de conta. As crianças os chamam de seus filhinhos e falam com eles, crendo que tudo entendem.

São famosas as histórias, imortalizadas nas telas do cinema e da TV, de cães que deram sua vida na defesa do ser humano. Dos que morrem tristonhos sobre os túmulos dos seus donos. Dos que, treinados, conduzem cegos, salvam vidas nos incêndios, nos terremotos, na neve.

O grande gênio Walt Disney criou um romance entre cães e até hoje nos encantamos com A dama e o vagabundo.

Fofinhos, travessos, brincalhões, os cães de estimação não saem de moda.

O que têm aumentado em número assustador são os cães de guarda. Não os bons e velhos cães de guarda, ao mesmo tempo companheiros fiéis dos seus donos.

Uma outra classe bem diferente. Em nome da violência que invade os lares, as pessoas erguem muros altos, instalam alarmes, contratam vigias. E compram um cão de guarda, escolhido entre as raças mais agressivas.

Alguns cães têm a mordida igual ao impacto de uma tonelada.

Os treinadores e os criadores afirmam que cães bem criados não atacam pessoas inocentes. Dizem que um cão de guarda é dotado do dom de diferenciar a voz de um criminoso da de um homem bem intencionado.

Com isto cresce não somente a procura por cães sempre mais agressivos, mas também os treinamentos a cada dia mais violentos.

Os cães se transformam em verdadeiras armas de guerra.

Um animal com instinto agressivo apurado por uma série de cruzamentos e submetido a treinamentos que o condicionam à violência, pode ser controlado durante muito tempo. Mas não durante todo o tempo.

Assim, crianças e adultos, vez ou outra, são apanhados de surpresa e recebem mordidas de arrancar orelhas, quebrar ossos, traumatizar para o resto da vida.

* * *

Muitos de nós temos uma fera em nosso interior. Chama-se temperamento. Muitos desenvolvemos essa ferocidade, educando-nos para agredir, ferir, destruir.

Transferimos para os animais essas disposições, através de treinamentos e exigências.

Um dia, de repente, tais disposições poderão se voltar contra o próprio cultivador e despedaçar-lhe a vida.

Precaução, sim. Prudência. Medidas de cautela.

Contudo, se confiarmos nossa segurança a um cão treinado para a agressão, teremos que nos responsabilizar pelos seus atos perante a Lei de Deus e dos homens.

É que temos sob nossa guarda os animais, que foram colocados por Deus, no mundo, para nos auxiliar. Se os transformamos em assassinos potenciais, agressores, estamos interferindo nas Leis naturais.

Por vezes, uma pequena negligência ou o despreparo para lidar com tais cães, pode permitir que eles firam pessoas.

A responsabilidade é sempre dos donos pela infelicidade ou dor que causarem a terceiros.

Redação do Momento Espírita, com base em artigo publicado na r
evista Veja, de 17.01.1996 e no cap. 24 do livro Panoramas da
vida, pelo Espírito Ignotus, psicografia de
Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 05.12.2009.

domingo, 1 de novembro de 2009

RECADASTRAMENTO - URGENTE

RECADASTRAMENTO - URGENTE

SUSEP PRORROGA PARA 30 DE JUNHO O PRAZO DE EXIGIBILIDADE DOS
CORRETORES DE SEGUROS PESSOAS FÍSICAS

RECADASTRAMENTO DE EMPRESAS CORRETORAS DE SEGUROS COMEÇA DIA 1º JULHO

A edição desta quinta-feira do Diário Oficial da União publica a Circular 383/09 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que altera o prazo para o recadastramento das empresas corretoras de seguros. De acordo com a norma, esse prazo passa a ser de 1º de julho de 2009 a 31 de dezembro de 2009. Outra alteração importante estabelecida pela norma diz respeito ao veto às operações com corretores de seguros, pessoas físicas ou jurídicas, que não realizaram o recadastramento nos prazos estabelecidos.

A íntegra da Circular 383/09 segue abaixo:

O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, na forma do inciso X do artigo 19 do Regimento Interno, de que trata a Deliberação SUSEP No 132, de 18 de dezembro de 2008, considerando o disposto no artigo 36, alínea "b", do Decreto-Lei No 73, de 21 de novembro de 1966, e o que consta do Processo SUSEP no 15414.004638/2002-03, resolve:

Art. 1º - Alterar o caput do artigo 3o e seus parágrafos 2o, 4o, 5o e 6o; o parágrafo único do artigo 4o; o artigo 7o; e o artigo 8o da Circular SUSEP Nº 370, de 2 de julho de 2008, que passam a vigorar com a seguinte redação:
" Art. 3º - Os corretores de seguros e as sociedades corretoras deverão recadastrar-se na SUSEP, por meio da FENACOR ou dos sindicatos."

"§ 2º - Os formulários de que trata o parágrafo primeiro deste artigo serão disponibilizados nos sítios dos sindicatos, da FENACOR e da SUSEP na rede mundial de computadores e nas unidades da FENACOR e dos sindicatos."

"§ 4º - Os corretores de seguros e as sociedades corretoras, com carteira de identidade profissional ou título de habilitação profissional emitido após o recadastramento de que trata a Circular SUSEP No 299, de 22 de julho de 2005, e antes de 1o de agosto de 2008 ou 1o de julho de 2009, respectivamente, ficam dispensados da apresentação dos documentos, de que trata o § 3o deste artigo, desde que qualquer eventual alteração cadastral tenha sido comunicada à SUSEP."

"§ 5º - O período de recadastramento será de 1º de agosto de 2008 a 30 de novembro de 2008, para os corretores de seguros - pessoa física, e de 1º de julho de 2009 a 31 de dezembro de 2009, para as sociedades corretoras."

"§ 6º - As carteiras de identidade profissional e títulos de habilitação profissional, emitidos a partir de 1º de agosto de 2008 e de 1º de julho de 2009, respectivamente, deverão conter data de validade de três anos, a contar da data de sua emissão."

"Art. 4º -... Parágrafo único. No que se refere ao recadastramento previsto no § 5º do artigo 3º, a vedação de que trata o caput deste artigo se aplica a partir de 1º de julho de 2009 e 1º de abril de 2010, respectivamente, para os corretores de seguros e sociedades corretoras."...

" Art. 7º - Decorridos os prazos a que se refere o parágrafo único do artigo 4º desta Circular, tornam-se inválidos os títulos de habilitação profissional e as carteiras de identidade profissional, emitidos antes de 1o de julho de 2009 e de 1o de agosto de 2008, respectivamente."

" Art. 8º Ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento de que trata esta Circular não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos."

Art. 2º - Incluir o artigo 10-A na Circular SUSEP No 370, de 2 de julho de 2008, com a seguinte redação:

"Art. 10-A As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos corretores de seguros e às sociedades corretoras pela FENACOR ou pelos sindicatos."

Art. 3º - Esta Circular entra em vigor na data de sua publicação"

Armando Vergilio dos Santos Junior

E A VIDA PROSSEGUE...

E A VIDA PROSSEGUE...
(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)



Quem de nós já não experimentou a súbita ausência de um ente querido?

Quem de nós já não sentiu profunda saudade de um afeto que, não estando mais no mundo corpóreo, deixa uma aparente lacuna em nossa vida?

Mesmo expressando fé em palavras ou em muitas de nossas atitudes, a tristeza da falta do contato, da ausência do sorriso, da impossibilidade de um abraço acaba por nos fazer agir com imensa tristeza diante da morte.

Não é fácil se despedir de um ente querido, mesmo idoso ou longamente doente, quando já nos era sabido que a ausência física ocorreria em breve.

Com certeza, a ausência aparentemente definitiva daquele a quem demos apenas um até logo é muito mais difícil de entender ou aceitar.

A mãe que recebe a notícia da morte de um filho que deveria, em algumas horas, estar de retorno ao lar deverá encontrar forças imensas para ir adiante.

O esposo que descobre que a amada esposa não chegará daquela viagem, possivelmente tem a sensação de que o chão lhe treme.

Mas, por que será que a morte não é por nós vista como um adeus temporário? Por que a certeza da sobrevivência da alma ou Espírito, tão comum entre diversas religiões, não nos dá consolo imediato?

Sabemos que o que chamamos de morte é apenas a morte do corpo físico, pois o Espírito ou alma é eterno, e esta crença é verdade para grande parte da Humanidade.

Acostumados a valorizar a vida material acabamos por dar um grande valor à morte física, nos esquecendo frequentemente de que ela é só do corpo, jamais do Espírito.

Se realmente temos fé, se realmente nossa crença está alicerçada no coração e na mente, o consolo virá e será mais facilmente aceito.

Deus, em sua infinita bondade e justiça, não interromperia a vida física de um jovem sem um motivo; não afastaria, de modo aparentemente irremediável, um ente da família sem uma razão.

O que ocorre é que, vivendo em um corpo físico, nosso Espírito não lembra dos momentos em que, com alegria e determinação, participou de sua programação de vida, incluindo o tempo que esta duraria.

Lembramos, então, da necessidade de uma fé sólida e inabalável, que pode e deve ser questionada, para que possa ser vivenciada de maneira consciente, mas jamais esquecida.

Francisco Cândido Xavier, o grande médium reconhecido e respeitado mundo afora, nos trouxe, através da sua mediunidade psicográfica, inúmeras notícias do outro lado, nos dando provas de que a vida prossegue, e que os sentimentos continuam.

Muitas famílias tiveram a felicidade de saber que seus amores continuavam vivos, em outro plano, e que o sentimento de amor sobrevivera à separação física.

Não foram poucas as mensagens pedindo que não houvesse tristeza, pois esta podia ser sentida por quem morrera e, frequentemente, lhe dificultava o caminhar.

Os sentimentos, sejam alegres ou tristes, são percebidos por nossos amores em outro plano e eles sentir-se-ão tristes ou felizes, tal qual nós, deste lado, sentimos.

A tristeza é normal no primeiro momento, a saudade perfeitamente aceitável mas, jamais o desespero, a revolta, a procura infindável de um responsável.

A oração, instrumento acessível a qualquer pessoa, independentemente de sua crença, é valioso meio de buscarmos forças e de enviarmos nossos sentimentos de amor a quem já partiu deste plano físico.

Redação do Momento Espírita.
Em 30.10.2009.

SAUDADES

SAUDADES
(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)



De todas as dores da Humanidade, possivelmente a mais aflitiva seja a que se constitui na separação dos afetos pelo fenômeno da morte.

Embora todos saibamos que a morte é a etapa final dos que vivem na Terra, não nos preparamos para recebê-la. Eis porque ela sempre nos surpreende, esfacelando-nos o coração em tortura moral.

Para os que acompanham o féretro até o que se denomina a última morada do corpo de carne deveria ser o momento de acuradas reflexões.

O que existe, afinal, para além do túmulo? Para onde vão as almas dos que se foram, abraçados pelo sono da morte? Como diluir a dor da separação?

Que existe vida além desta vida já foi suficientemente comprovado.

Seja pela revelação religiosa que, desde os tempos imemoriais se refere ao Espírito imortal, seja por ramos da ciência médica e psicológica que apresentaram estudos variados, concluindo pela existência de um mundo invisível, onde vivem os que deixam o corpo carnal.

Jesus, o Mestre excelso, provou mais de uma vez que a morte é uma ilusão dos sentidos físicos. No Tabor, ao Se transfigurar, frente aos olhares atônitos de Pedro, Tiago e João, apresenta-Se tendo ao lado direito e esquerdo as figuras veneráveis do legislador hebreu Moisés e do profeta Elias.

Ora, ambos haviam vivido entre os hebreus há muitos séculos.

Contudo, ali se apresentaram tão vivos que Pedro cogitou de erguer tendas para que eles as habitassem, ali mesmo no monte Tabor.

Jesus, após Sua morte infamante na cruz, apresentou-Se aos Apóstolos e aos discípulos variadas vezes, em ambientes fechados e ao ar livre, demonstrando que prosseguia vivo.

Os que morrem continuam vivendo, no mundo que lhes é próprio, o espiritual, que somente não detectamos pela grosseria de nossa visão material.

A prova de que prosseguem vivos a temos nos sonhos em que com eles nos encontramos, trocamos confidências, amenizamos as saudades.

Essas são as experiências individuais de todos nós.

Apesar de tudo, a saudade se alonga nos dias, tanto mais forte quanto mais se demoram os meses e se amontoam os anos.

Por isso, somente a oração pode lenificar a longa saudade. Quando oramos a Deus pelos que partiram, eles nos sentem as vibrações, quais se fossem abraços de carinho e na mesma intensidade, os retribuem, pelos fios do pensamento.

Um dia, logo mais, haveremos de nos reencontrar na Espiritualidade, quando transpusermos os umbrais da morte. Então, diremos adeus aos que permanecem, para recebermos um olá, você chegou! Dos que nos precederam e nos virão receber no portal da tumba.

* * *

Existem inúmeros livros que falam da vida para além desta vida.

Dr. Raymond A. Moody Jr. escreveu livros acerca de suas investigações do fenômeno da sobrevivência à morte física.

São relatos de criaturas que tiveram experiências de quase morte e retornaram contando do que ouviram, dos seus contatos, testemunhando pois que há vida depois desta vida.

Redação do Momento Espírita.
Em 30.10.2009.

Honestidade

ho.nes.ti.da.de
s. f. 1. Qualidade de honesto. 2. Honradez, probidade. 3. Decoro. 4. Castidade, pudor, recato.

Dignidade

dig.ni.da.de
s. f. 1 Modo de proceder que infunde respeito. 2 Elevação ou grandeza moral. 3 Honra. 4 Autoridade, gravidade. 5 Decência, decoro.

Respeito

res.pei.to
s. m. 1. Ato ou efeito de respeitar (-se). 2. Aspecto ou lado por onde se encara uma questão. 3. Apreço, consideração. 4. Acatamento, deferência. 5. Obediência, submissão. 6. Referência, relação. 7. Medo, temor.

Ética

é.ti.ca
s. f. 1. Parte da filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana. 2. Conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão.

domingo, 17 de maio de 2009

Centro Espirita Aprendizes do Bem



_ESTA FOTO FOI TIRADA NO DIA 17 DE MAIO DE 2009.
_NO CENTRO ESPÍRITA APRENDIZES DO BEM, NO BAIRRO DE PIEDADE, RIO DE JANEIRO/RJ.

sábado, 9 de maio de 2009

Prefeitura de Maricá dá choque de ordem para arrumar a cidade

Rio - Inovando na administração pública de Maricá, a prefeitura, através da Secretaria de Obras, está dando um choque de ordem de ponta a ponta da cidade. Os funcionários da secretaria já começaram a dar nova cara em Ponta Negra e Itaipuaçu. A ideia é afunilar essa concentração até chegar ao Centro do município, passando pelo Espraiado, São José do Imbassaí e Inoã, por exemplo. Sob a orientação dos subprefeitos, as equipes de trabalho fazem a limpeza das ruas, capina, operação tapa-buraco, o manilhamento e a pintura de calçamentos.

SUBPREFEITOS
“Conversamos com os subprefeitos e decidimos que eles seriam as pessoas indicadas para orientar os nossos funcionários, justamente porque sabem as necessidades de cada bairro e o que a população acha o que seja mais emergencial”, disse o secretário de Obras, Arthur Billé. “Depois que fizermos isso em toda a cidade, será mais fácil cada subprefeito fazer a manutenção do seu bairro”, ressaltou. O subprefeito de Ponta Negra, Walter Matias, acredita que agora será mais fácil manter a cidade arrumada. “Essa iniciativa foi a melhor solução encontrada para melhorarmos a condição de vida da população”, disse Matias.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Brasil confirma 4 primeiros casos de gripe H1N1 no país

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou nesta quinta-feira os quatro primeiros caso da nova gripe H1N1 no Brasil.

"O vírus chegou ao Brasil", disse o ministro a jornalistas. "Todos passam bem", acrescentou Temporão.

Os casos da doença, que ficou conhecida como "gripe suína", estão nos Estados de São Paulo (2), Minas Gerais (1) e Rio de Janeiro (1). Três pacientes vieram do México e um dos Estados Unidos.

domingo, 3 de maio de 2009

Seguro Notebook


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Muito Obrigado
Cesar Roberto Alves Junior
Corretor de Seguros

sábado, 2 de maio de 2009

Observatório em piedade ( RJ )

Fundado em 1975, possui telescópio refrator de 150 mm. Além das apresentações noturnas públicas no segundo sábado de cada mês, organiza visitas previamente agendadas.
Rua João Pinheiro, 259. Piedade. Rio de Janeiro. RJ. CEP 20750-000.
Telefone (21)2593-1330

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Casa de Cultura( Foto ) - Maricá/RJ

Notícias da Secretaria de Turismo e Cultura ( Paraty - RJ )

30/01/2009 - Verão com muita música e manifestações folclóricas
A abertura do verão Paraty já começou e quem visitar a cidade no mês de janeiro até início de fevereiro terá a chance de conferir mais uma edição do Paraty Cultural, evento incentivador das manifestações folclóricas culturais da histórica Paraty. Na ocasião, serão realizados shows musicais com artistas da cidade e apresentações de grupos folclóricos, num palco montado na Praça da Matriz, no Centro Histórico.

O Projeto Paraty Cultural oferece, gratuitamente, ao público, nas noites de sábado e domingo, uma programação musical de muito bom gosto, em evento organizado pela Secretaria de Turismo e Cultura e Convention & Visitors Bureau. Participarão músicos e grupos da cidade e de comunidades locais. A programação será divulgada semanalmente até fevereiro.

O Paraty Cultural integra o Calendário Cultural de Eventos desde 2007, com objetivo de incentivar e divulgar artistas e grupos folclóricos da cidade, bem como promover, no mês de janeiro, uma opção a mais de diversão e entretenimento à população e turistas que passam a temporada de verão em Paraty.





PROGRAMAÇÃO DA SEMANA



Dia 29/01 (Quinta-feira)

20h30 – Cia. Dança & Arte Paraty

21h00 – Grupo de Cirandeiros "Os Caiçaras"



Dia 30/01 (Sexta-feira)

20h30 – Cia. Dança & Arte Paraty

21h00 – Dedeca Zen e Banda Trilhos e Elos



Dia 31/01 (Sábado)

21h00 – Banda Santa Cecília

21h30 – Cia. Dança & Arte Paraty

22h00 – Bebeto e DJ



LOCAL.: Praça da Matriz (Centro Histórico)

Paraty - RJ

História da Cidade

BREVE HISTÓRICO
A região da baía da Ilha Grande foi descoberta em l502 por Gonçalo Coelho, na segunda expedição ao Brasil, segundo alguns historiadores. Nesta ocasião vários nomes foram dados a acidentes geográficos para servirem de referência aos futuros navegantes. Assim surgem os nomes: Ilha Grande, Angra dos Reis Magos, Pico do Frade e Ponta Fragosa, que orientarão os novos aventureiros. Mas, o descobrimento desta região não deve ser confundido com o início de seu povoamento por portugueses. Ela começa a ser povoada somente por volta de 1530, quando a Expedição de Martin Afonso de Souza vem ao Brasil em busca do caminho para as Minas de Potosi. Funda ele o povoado de São Vicente e dá porções de terras para que alguns viajantes fiquem morando no Brasil. Estes moradores, os "vicentinos", aos poucos vão se espraiando pelo litoral na direção norte e sul, criando pequenos povoados. Moradores de São Vicente chegam à região de Angra dos Reis em 1556, quando Antonio de Oliveira e sua mulher Da. Genebra Leitão de Vasconcelos recebem uma sesmaria na Ilha Grande.
Esta região era muito visitada por navios franceses em comércio com os índios tamoios. Já haviam estado na região, entre outros, o aventureiro e cronista alemão Hans Staden e o Pe. José de Anchieta. Hans Staden conta em livro a sua permanência como prisioneiro dos índios tamoios, na aldeia do chefe Cunhambebe, em 1554. Na crônica de suas viagens refere-se, especificamente, às aldeias do Cairuçu (Ocara Açu) do Ariró, Mambucaba e Taquari. Ao Padre José de Anchieta se atribui a denominação de uma enseada na região da Cajaíba, o Pouso, onde teria ele dormido, em 1563, quando viajava como refém dos Tamoios para Iperoig, na região de Ubatuba.
Vindos de São Vicente ou da Ilha Grande aqui chegam os primeiros povoadores, no final do século XVI. Mas, não existe, ou pelo menos não se conhece, qualquer documento que informe a data destes acontecimentos, por isso não se sabe a data de fundação de Paraty.
Outros escritores, porém, informam que a fundação do povoado, sob a proteção de São Roque, aconteceu quando da passagem da expedição de Martim Afonso de Souza, em sua viagem do Rio de janeiro a São Vicente, pela costa, em 1531, no dia 16 de Agosto, dia de São Roque.
A primeira citação do nome Paraty, somente vai aparecer em 1596, quando por aqui passou a expedição de Martim Corrêa de Sá que, vinda do Rio de Janeiro, daqui partiu com mais de 2.700 homens entre índios e soldados, para a região do Vale do Paraíba buscando aprisionar índios para escravizá-los. Para atingir as terras do vale a expedição utilizou-se de uma antiqüíssima trilha de índios que cortava a Serra do Mar, a "Trilha dos Guaianás". Na descrição de suas aventuras, Anthony Knivet, um aventureiro inglês e participante da expedição, diz que no porto de Paraty viviam os índios Guaianás, amigos dos portugueses, com quem faziam negócios. Não fala, porém da presença de portugueses aqui.
O certo é que a partir de então este lugar passa a ser um ponto de entrada e passagem obrigatória para os que buscavam o sertão, subindo o caminho da serra. Vindos do Rio de Janeiro, em barcos, daqui subiam a serra até atingir São Paulo e o interior e por aqui entravam as mercadorias vindas da Europa. Em virtude da movimentação existente nesta região, do desenvolvimento do comércio de gêneros alimentícios, tecidos e especiarias, enriqueceu o povoado.
Da antiga situação, sobre o Morro do Forte, mudou-se o povoado para a várzea entre os rios Paraty-Guaçu e Patitiba, parte de uma sesmaria de Maria Jácome de Melo e por ela doada para a construção do novo povoado. Junto ao Rio Paraty-guaçu construiu-se uma pequena capela dedicada a N. S. dos Remédios, atendendo a uma exigência da doadora. A outra exigência da doadora era que não se molestassem os índios que aqui viviam, o que não se cumpriu. Aqui instalado mais rápido cresceu o povoado que era parte integrante da Vila de N. S. da Conceição da Ilha Grande.
Em l644, por vontade de seus moradores, investiu-se no título de vila, mas aos 26 de julho do mesmo ano o Ouvidor Geral João Velho de Azevedo a fez retornar à jurisdição da Ilha Grande. Logo depois, em 1660, outra revolta popular liderada pelo Primeiro Capitão Domingos Gonçalves d'Abreu separa Paraty da Ilha Grande. Duraram sete anos as desavenças entre as duas vilas: Ilha Grande defendia o retorno da subordinação do povoado, alegando ser Paraty um couto de malfeitores, sem Justiça e Câmara formada; Paraty buscava sua emancipação falando do movimento do porto e de sua posição estratégica na entrada do caminho para o sertão. Em Carta Régia de 28 de Fevereiro de l667, Dom Afonso VI reconheceu a nova vila com o nome de Vila de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty. Em Outubro do mesmo ano instalou-se a primeira Câmara Municipal e nomearam-se os Juízes e autoridades da nova vila. Estes acontecimentos aceleraram o desenvolvimento comercial, o plantio de cana-de-açúcar e fabricação de aguardente e açúcar.
A descoberta de ouro no interior das Minas Gerais, no final do século XVII transformou a Vila de Paraty na porta de entrada para os que, aos milhares, buscavam enriquecer no "eldorado" brasileiro. Seu porto passa a ser então o porto de embarque do ouro e pedras preciosas para a cidade do Rio de Janeiro, de onde seguia para Lisboa. Grande quantidade de ouro e riquezas passou por este porto, protegido por suas muitas fortificações ao longo da baía e pela Milícia da Vila.
Seu porto passa a ter intenso movimento com a entrada de tecidos, ferramentas, gêneros alimentícios e escravos para abastecer São Paulo e as minas. A isso se soma a grande produção de aguardente, embarcada para a Europa como aperitivo, levada como dinheiro para a compra de escravos na África e transportada para a minas para "alimentar" os escravos.
No início dos Setecentos estes fatos fazem surgir na vila casas de alvenaria de pedra; duas novas igrejas; a complementação do traçado urbano com a abertura de novas ruas e sua ocupação; a construção de fortalezas; duas Casas de Registro de Ouro, uma na Estrada da Serra, a da Cachoeirinha e na estrada de Ubatuba a do Curralinho. Paróquia desde a criação da vila, em 1725 foi elevada à condição de Paróquia Colativa. Em 1720, quando foi criada a Província de São Paulo, independente das Minas Gerais, Paraty ficou incorporada a ela, mas, a Carta Régia de 16 de Janeiro de 1726 anexa esta vila à Província do Rio de Janeiro.
Em 1711, quando o corsário francês Duguay-Trouin invadiu a cidade do Rio de Janeiro e exigiu resgate para sua libertação, o Capitão Francisco do Amaral Gurgel levou daqui 580 homens armados para defender aquela cidade.
A utilização cada vez mais crescente de uma nova estrada do Rio de Janeiro para as Minas Gerais, através da Serra dos Órgãos, não causou na vila grande impacto porque o porto continuava a receber as mercadorias destinadas a São Paulo e ao sul de Minas Gerais. Havia aumentado significativamente a produção dos 100 engenhos de aguardente e 2 de açúcar, além do cultivo de gengibre e mandioca, que se comerciava com o resto do país.
O plantio do café, no início do século XIX, trouxe grandes modificações aos engenhos. Diante do alto preço deste produto, muitos abandonaram a produção de aguardente e passaram a cultivar café. O porto passou então a receber do alto Vale do Paraíba a produção do café lá plantado e conduzido até aqui, serra abaixo, em grandes tropas de burros. O progresso ainda era imenso: construiu-se mais uma igreja, continuaram as obras da nova matriz iniciada no século anterior, edificaram um hospital e ensinava-se latim na Cadeira de Gramática Latina.
A chegada da Família Real Portuguesa no Rio de Janeiro trouxe o luxo e o bem viver da Europa para o Brasil. E em razão de sua proximidade com corte, a Vila de Paraty se transformou: Companhias Líricas se apresentavam no Casa de Ópera; cadeirinhas de arruar passaram a ser utilizadas ao invés das redes; louças e prataria inglesa e portuguesa enfeitavam as casas e serviam a mesa; tecidos caros sobejavam nos muitos armazéns à disposição da clientela ávida por novidades da Corte.
Novas ruas foram abertas no centro urbano; continuavam a calçar as existentes com pedras irregulares; surgiram novas construções, mais elegantes; casas térreas se transformaram em sobrados e muitos deste tipo foram construídos; fizeram-se novos aterros para avançar a vila sobre o mar e derrubaram-se construções antigas para um melhor e mais perfeito arruamento.
Em 1813, por Decreto de 17 de Dezembro, foi a vila enobrecida com o título de Condado, sendo seu primeiro titular Dom Miguel Antonio de Noronha Abranches Castelo Branco. A Lei Provincial nº. 302, de 12.03.1844 elevou a vila à categoria de Cidade, com o nome de Paraty.
Mas, o plantio do café não se mostrou rentável na terra exaurida, além disso, as despesas com os numerosos escravos e serviçais aumentavam a cada dia inviabilizando qualquer lucro. Muitas fazendas foram então abandonadas ou vendidas. Poucos engenhos ainda produziam a aguardente, que de tão boa qualidade fizera tanta fama, agregando a si o nome da cidade.
No final do século a construção da estrada de ferro ligando o Rio de Janeiro a São Paulo através do Vale do Paraíba levou para aquela região a rota do comércio, isolando Paraty e fazendo cessar o movimento do porto. A este fato somou-se a libertação dos escravos que, retirando a mão-de-obra dos engenhos, das fazendas e do porto, fez com que grande parte da população abandonasse a região em busca de futuro mais promissor.
As primeiras décadas do século XX encontraram a cidade fazendo enorme esforço para manter o que restava do progresso, com construção de pontes, instalação de luz elétrica, a publicação de alguns jornais, a exportação para as cidades vizinhas de aguardente, milho, feijão e farinha de mandioca. Mas de pouco adiantou esta tentativa. Algumas décadas depois a cidade contava somente com pouco mais de 500 moradores, o hospital da Santa Casa estava fechado, o comércio era insignificante e poucos os engenhos.
Em 1945 o sítio histórico de Paraty foi considerado Monumento Estadual pelo Decreto-Lei nº 1.450, numa visão futurista do então Interventor Ernani do Amaral Peixoto, descendente de raízes paratienses.
A década de 50 veio modificar substancialmente a vida de Paraty com a construção de uma estrada de rodagem ligando Paraty à cidade de Cunha, no Estado de São Paulo. Por esta estrada alcançava-se a cidade de Guaratinguetá e a Via Dutra que une as duas grandes metrópoles brasileiras, Rio e São Paulo. A viagem de barco, em dias alternados, para as cidades de Angra dos Reis e Mangaratiba, o único meio de transporte que ligava a cidade ao resto do país continuou a existir. A nova estrada, porém, possibilitava um maior e melhor fluxo de transporte, em menor tempo, com mais segurança e qualidade. Por ela começaram a descer os paulistas que, eternos aventureiros, buscavam o litoral perdido dos sonhos e o encontram nesta cidade abandonada, diferente, com ruas tortas calçadas de pedras irregulares, igrejas simples e despojadas, festas e danças antigas e acima de tudo um povo hospitaleiro e gentil. Apesar de sérios problemas como a constante queda de barreiras, deslizamento da pista e outros menores, eles adquiriram velhas casas, às vezes em ruínas, e as restauraram com capricho e bom gosto e as utilizavam para veraneio. A cada dia mais aumentava a demanda de turistas não só nas temporadas, mas também nos feriados prolongados.
No turismo a cidade encontra seu destino: são abertos hotéis e restaurantes, pequenas lojas passaram a vender o artesanato local: colchas de retalho, crochês, gamelas, cestos e peneiras entre tantos outros. A pesca destinava-se agora aos restaurantes e o excedente podia ser mandado para São Paulo; os barcos, antes destinados somente à pesca, passaram a ser utilizados para passeios pelas praias e ilhas; diante da escassez de quartos em hotéis, alugavam-se casas e empregos novos surgiam a cada dia.
No dia 13 de Fevereiro de 1958, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional inscreveu o centro histórico de Paraty no Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, ditando leis e normas para a preservação da arquitetura e do paisagismo da cidade.
Finalmente, em 24 de Março de 1966, pelo Decreto nº 58.077 foi todo o Município de Paraty convertido em Monumento Nacional.
A construção da Estrada Rio-Santos, BR 101, iniciada em 1970 e aberta ao tráfego em 1976, consolidou a vocação turística de Paraty no momento em que a tornou mais acessível. Paraty deixou de ser um lugar de veraneio e transformou-se em opção de turismo o ano inteiro. Novo interesse imobiliário como o da década de sessenta se fez sentir, agora não mais dirigido a compras e vendas de imóveis no centro e sim em todo o litoral, ilhas e serras.
Toda esta movimentação fez com que novos instrumentos de preservação fossem criados, desta vez visando proteger o meio ambiente. Por estes motivos foram criados o Parque Nacional de Serra da Bocaina, em 1972, que abrange a maior parte do município; as Áreas de Proteção Ambiental do Cairoçu e Tamoios e a Reserva Ecológica da Juatinga, para preservação da parte litorânea e insular, além dos santuários de vida marinha lá existentes.
Na cidade novos serviços foram implantados como agências e guias de turismo, o passeio de barco passou a ser feito por embarcações especiais, os Saveiros e lanchas, mais confortáveis e rápidas. Na década de 90 instalaram-se junto a cidade as operadoras de mergulho que ensinam mergulho e fazem expedições de exploração marítima. As praias ao longo da estrada começaram a ser freqüentadas e as praias de Trindade transformaram-se no lugar preferido da juventude e dos aventureiros, que lá praticam esportes náuticos. A construção de uma estrada ligando a BR 101 à Trindade transforma de vez aquele povoado: abrem-se bares, restaurantes e pequenas pousadas. Serviços como aluguel de barcos para passeios ao Caixadaço e à Praia Brava estão hoje à disposição dos turistas. O acesso a estas praias facilitou a freqüência a outras, através de trilha na mata: a Praia do Sono, Ponta Negra, Antigos Grande e Pequeno. A região da Cajaíba, acessível de barco, transformou-se agora na mais nova aventura dos turistas. São constantemente visitadas e se fazem acampamentos nas Praias Grande, Deserta, Itaoca, Pouso e Martim de Sá que, mesmo dentro da Reserva Ecológica da Juatinga, vem apresentando grande demanda turística.
As trilhas antiqüíssimas existentes na serra são visitadas e percorridas com guias especializados em Ecoturismo, que buscam mostrar, mas não depredar, trilhar mas preservar ou seja, a convivência harmônica do homem com o ambiente que o cerca.
No atual momento a cidade de Paraty está providenciando toda a documentação que possibilite sua candidatura a Patrimônio da Humanidade, título concedido pela UNESCO.


Fonte: Diuner Mello