quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Chico Xavier , O Filme ( Entrada Franca )

Para quem gostaria de ver ou rever um lindo filme :
O Centro Espirita Aprendizes do Bem , no bairro de Piedade - Rio de Janeiro/RJ .
Dia 24/10/2010 as 17:00hs ( entrada franca )
Rua João Pinheiro n°574
Informações : 9163-2113 / 9431-2289 / 8181-4668

domingo, 10 de outubro de 2010

DEBATE NA TEVE BAND

MEUS AMIGOS !
SÓ TEM ATAQUE , ISSO É UMA VERGONHA PARA O BRASIL.
QUE DEBATE É ESSE NA BAND , SÓ TEM BATE LÁ E KA !
VAI SER DIFICIL VOTAR .

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Praça em Sergipe é eleita Patrimônio Cultural



A praça de São Francisco, uma preservada construção barroca no município de São Cristóvão, a quarta cidade mais antiga do Brasil, foi inscrita neste domingo como novo Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A candidatura desta praça, que foi traçada na época em que Portugal, Espanha e suas respectivas colônias eram parte de um mesmo reino, foi aprovada neste domingo pelos membros do comitê de Patrimônio Mundial da Unesco, reunidos desde segunda-feira em Brasília para sua 34ª reunião.

Cercada pelas também históricas igreja de São Francisco, Convento de São Francisco, Capela da Ordem Terceira - atualmente sede do Museu de Arte Sacra -, Santa Casa e igreja da Misericórdia e Palácio Provincial, a praça é a única no Brasil com um traçado urbanístico de origem tipicamente da colônia espanhola.

Sua construção é do período conhecido como União Ibérica (1580-1640), quando os reinos de Portugal e Espanha tiveram como único soberano os reis Felipe II, Felipe III e Felipe IV da Casa da Áustria.

domingo, 1 de agosto de 2010

Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás

Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás
Raul Seixas
Composição: Raul Seixas / Paulo Coelho
-"Um dia, numa rua da cidade
Eu vi um velinho
Sentado na calçada
Com uma cúia de esmola
E uma viola na mão
O povo parou prá ouvir
Ele agradeceu as moedas
E cantou essa música
Que contava uma história
Que era mais ou menos assim:"

Eu nasci!
Há dez mil'anos atrás
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Eu vi Cristo ser crucificado
O amor nascer e ser assassinado
Eu vi as bruxas pegando fogo
Prá pagarem seus pecados
Eu vi!...

Eu vi Moisés
Cruzar o Mar Vermelho
Vi Maomé
Cair na terra de joelhos
Eu vi Pedro negar Cristo
Por três vezes
Diante do espelho
Eu vi!...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Eu vi as velas
Se acenderem para o Papa
Vi Babilônia
Ser riscada no mapa
Vi Conde Drácula
Sugando sangue novo
E se escondendo atrás da capa
Eu vi!...

Eu vi a arca de Noé
Cruzar os mares
Vi Salomão cantar
Seus salmos pelos ares
Eu vi Zumbi fugir
Com os negros prá floresta
Pr'o Quilombo dos Palmares
Eu vi!...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Eu vi o sangue
Que corria da montanha
Quando Hitler
Chamou toda Alemanha
Vi o soldado
Que sonhava com a amada
Numa cama de campanha
Eu li!
Ei li os símbolos
Sagrados de umbanda
Eu fui criança prá
Poder dançar ciranda
Quando todos
Praguejavam contra o frio
Eu fiz a cama na varanda...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos atrás!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(2x)

Não! Não!
Eu tava junto
Com os macacos na caverna
Eu bebi vinho
Com as mulheres na taberna
E quando a pedra
Despencou da ribanceira
Eu também quebrei a perna
Eu também...

Eu fui testemunha
Do amor de Rapunzel
Eu vi a estrela de Davi
Brilhar no céu
E pr'aquele que provar
Que eu tô mentindo
Eu tiro o meu chapéu...

Eu nasci! (Eu nasci!)
Há dez mil'anos atrás
(Eu nasci há 10 mil anos atrás!)
E não tem nada nesse mundo
Que eu não saiba demais...(3x)

Medo da Chuva

Medo da Chuva
Raul Seixas
Composição: Paulo Coelho / Raul Seixas
É pena que você pense
Que eu sou seu escravo
Dizendo que eu sou seu marido
E não posso partir

Como as pedras imóveis na praia
Eu fico ao seu lado sem saber
Dos amores que a vida me trouxe
E eu não pude viver

Eu perdi o meu medo
O meu medo, o meu medo da chuva
Pois a chuva voltando
Pra terra traz coisas do ar

Aprendi o segredo, o segredo
O segredo da vida
Vendo as pedras que choram sozinhas
No mesmo lugar

Eu não posso entender
Tanta gente aceitando a mentira
De que os sonhos desfazem aquilo
Que o padre falou

Porque quando eu jurei meu amor
Eu traí a mim mesmo, hoje eu sei
Que ninguém nesse mundo
É feliz tendo amado uma vez...
Uma vez

Eu perdi o meu medo
O meu medo, o meu medo da chuva
Pois a chuva voltando
Pra terra traz coisas do ar

Aprendi o segredo, o segredo
O segredo da vida
Vendo as pedras que
Choram sozinhas no mesmo lugar

Vendo as pedras que
Choram sozinhas no mesmo lugar
Vendo as pedras que
Sonham sozinhas no mesmo lugar

Epitáfio

Epitáfio
Titãs
Composição: Sérgio Britto
Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...

Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe alegria
E a dor que traz no coração...

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor...

Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier...

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...(2x)

Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr...

domingo, 25 de julho de 2010

UM GESTO DE BONDADE

UM GESTO DE BONDADE
(texto do Momento Espírita impresso do site: momento.com.br)



Costuma-se ouvir pessoas reclamarem da ingratidão com que são recompensados seus gestos de bondade. É possível até se escutar promessas veementes de que jamais tornarão a ajudar a quem quer que seja, pois não vale a pena.

Para um repórter de um jornal inglês uma ação bondosa lhe valeu a vida.

Enviado para a África do Sul como correspondente, ele chegou até Moçambique, uma terra devastada, por décadas, pela guerra e pela fome.

Ele crescera na África e costumava andar por todos os lugares, junto com sua mãe. Médica devotada, ela priorizava a questão da vacinação e percorria vales e montanhas, para todos imunizar.

Ele sabia que os rebeldes moçambicanos tinham bases em Malauí, mas também sabia que os jornalistas estrangeiros não eram bem-vindos.

Ávido pelas notícias, contudo, aventurou-se, até ser preso por seis homens com cartucheiras, granadas e lança-bombas.

Resolveram levá-lo como prisioneiro até sua base de operações.

Pelo caminho, passando pelas aldeias, ele era apresentado como um troféu e, embora não entendesse o que falavam, uma mistura de dialetos, podia perceber que a sua captura era dramatizada.

Era um espião. Estava armado. Resistira. Por vezes, davam-lhe chutes e tapas.

Após dois dias de caminhada rude e maus tratos, finalmente o grupo chegou à base e ele foi apresentado ao comandante do campo.

Vestido a caráter, ouvia o relato com atenção, alimentando-se bem, enquanto ao pobre aprisionado não foi permitido nem sentar-se.

Em dado momento, o jornalista pôde ouvir que eles passaram a usar o dialeto Chindau. Este ele conhecia de seu tempo de criança, quando de suas andanças com sua mãe pelas aldeias.

Prestou atenção e, então, hesitante, saudou o comandante com o que pôde se lembrar do dialeto Chindau.

O comandante ficou admirado. Como ele conhecia aquela língua?

Cresci aqui. - Falou o prisioneiro.

Dizendo o nome de sua família, viu repentinamente o semblante duro daquele chefe se transformar.

Sua mãe era médica? Perguntou ele. Então foi ela que me vacinou. E, erguendo a manga da camisa, mostrou a cicatriz da vacina.

E você, continuou, você é o garoto que nos dava um torrão de açúcar, com o remédio. Ficava insistindo para que colocássemos a língua para fora e punha açúcar nas nossas bocas.

Graças a isso, eu cresci forte!

Tudo mudou em questão de minutos. De refém passou a hóspede de honra. Pôde sentar-se, alimentar-se, refrescar-se com um pano úmido.

No dia seguinte, foi levado de volta com todo cuidado e atenção. Os captores dos dias anteriores, transformados em zelosos guarda-costas agora, até tiraram foto com ele.

O jornalista guardou a foto, certo de que uma boa ação permanece sempre viva, apesar das distâncias e do tempo.

* * *

A bondade é luz que se espalha na noite das desesperanças. Acendamos as luzes da bondade onde se estenda a escuridão e convertamos os nossos braços em traves de misericórdia, silenciando a eventual ingratidão que venhamos a receber.

Os ingratos necessitam redobrados atos de bondade para serem sensibilizados, pois a ingratidão é enfermidade da alma.





Redação do Momento Espírita com base no artigo A recompensa de
uma boa ação, publicado em Seleções Reader´s Digest, de janeiro
de 1999 e no verbete Bondade, do livro Repositório de sabedoria, v. 1,
pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 23.07.2010.

MUSEU MILITAR CONDE DE LINHARES

Boa Noite !

Hoje estive no Museu Militar Conde de Linhares no bairro de São Cristovão , telefone (21) 2589-9581 .
Recomendo a todos .
É um lindo passeio .
O prédio que abriga o museu é lindo e o acervo muito bem conservado .
Através do museu é possível realizar uma viagem ao passado !

Muito Obrigado
Cesar Roberto Alves Junior

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Boa Noite !

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Cesar Roberto Alves Junior

terça-feira, 20 de julho de 2010

SEGURO DE CARRO

CESAR ROBERTO ALVES JUNIOR SEGUROS
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SEGURO DE CARRO

Ô povo de mente criativa.... E COM MUITO TEMPO PRA PERDER...........
- Quem escreveu, tem muito tempo e muita imaginação.


'Vocês sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável. ..
Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões
que fazem a Fiesta , nessa Honda de assaltos!!!
A Marea está Brava !
Quem não segura o seu automóvel, pode se Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Ranger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando:
- Kadett meu carro ??????.
Faz a maior Siena e fica Palio de nervoso !!!
Mas isto não Elba stante para ter seu carro de volta !
Seguro é o Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver, sem ficar com cara de Besta no final !!!
O seguro é um Prêmio para quem o faz !!!
Tempra todo veículo. Tem Parati também.
E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas Variant es...
Afinal Quantum mais opções, melhor !
Você vai ver que o nosso seguro é legal as Pampa ...
Por isso, ele o Fusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accord !!!
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Hoje mesmo estamos pagando um seguro de um roubo que ocorreu A10 dias, S10 se, nós pagaríamos antes até !!!
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Não é uma boa Idea?
Celta mente é......

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sábado, 17 de julho de 2010

Palmadinha fora da lei

O governo quer proibir o tapa pedagógico. Mas não é de uma nova lei que depende a felicidade e o futuro das crianças, e sim do bom senso e equilíbrio dos pais

quinta-feira, 8 de julho de 2010

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domingo, 4 de julho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Estado vai investir R$ 75 mi em Maricá

Um dia depois de anunciar a licitação de obras para a melhoria do abastecimento de água em São Gonçalo, o governador Sérgio Cabral revelou que também vai realizar uma concorrência pública, amanhã, que garantirá investimento de R$ 68 milhões para resolver o problema de falta d’água em Maricá. Na última segunda-feira, o Estado já havia licitado R$ 7 milhões para este mesmo tipo de investimento.

De acordo com o governo estadual, a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) vai investir R$ 68 milhões para implantar um sistema de abastecimento que levará água para os bairros de Itaipuaçu e Inoã. Já os R$ 7 milhões serão usados para construir uma estrutura semelhante em Ponta Negra. As duas obras estão previstas no contrato assinado entre o munícipio e a Cedae no fim de 2008, que recentemente foi revisado pelo Estado e pelo prefeito Washington Quaquá (PT).

De acordo com a secretária municipal de Projetos Especiais de Maricá, Luciana de Andrade Vianna, a liberação das obras são instrumentos da parceria entre Estado e Prefeitura para melhorar a qualidade de vida dos maricaenses.
“Se há uma constante na administração pública do município essa é a perseverança do prefeito na luta por recursos. Estejam onde estiverem esses recursos, seja no Rio ou em Brasília, sempre haverá um projeto do município pronto para utilizá-los”, declarou Luciana de Andrade Viana.

São Gonçalo - Nesta quinta-feira (24), o Governo do Estado também vai licitar obras para a melhorias no abastecimento de água nos bairros do Sacramento, Pacheco e Mundel, que beneficiarão aproximadamente sete mil moradores. O custo destas obras está avaliado em cerca de R$ 1,675 milhão.

Programa Bairro Maravilha Zona Norte interdita ruas em Cascadura

Rio - A partir das 8h de segunda-feira, dia 14, até as 18h do dia 24 de junho, a Rua Padre Manoel da Nóbrega, em Cascadura, Zona Norte do Rio, será fechada entre as ruas Barão do Bananal e Graça Melo para obras do Programa Bairro Maravilha Zona Norte. Os motoristas que quiserem acessar a Rua Herculano Pena deverão utilizar a Rua Múcio Teixeira, como orienta a portaria da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) que autoriza essa alteração de trânsito.

Para o prosseguimento das obras a Rua do Amparo tambem será interditada até as 18h do dia 24 de agosto, entre as ruas Padre Manoel da Nóbrega e Valério. O tráfego também sofrerá desvios: quem vier pela Rua Barão do Bananal para a Rua Padre Manoel da Nóbrega deverá seguir pelas ruas Múcio Teixeira e Graça Melo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

ATENDIMENTO FRATERNO ( SEMINÁRIO )

O CENTRO ESPÍRITA APRENDIZES DO BEM , CONVIDA A TODOS PARA:

SEMINÁRIO ATENDIMENTO FRATERNO

DATA 28/03/2010
HORÁRIO 15:00h ÀS 19:OOh

INSCRIÇÕES COM ANTECEDÊNCIA, A PARTIR DE FEVEREIRO, NO CENTRO ESPÍRITA OU PELO E-MAIL CENTROESPIRITAAPRENDIZESDOBEM@IG.COM.BR , INFORMAÇÕES (21)9163-2113 FALAR COM MONICA TEIXEIRA SERRA .

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tempo Bom ! Um Dia Volta !

Fonte: Jornal O Dia - 14/5/2007

Turistas e cariocas que quiserem ir de carro ao Cristo deverão estacionar nas Paineiras, onde comprarão o ingresso e pegarão veículo credenciado pelo Ibama para subir o restante do trajeto. Até a implantação das catracas, táxis e vans regularizados estão autorizados a entrar. "Não estamos cobrando os R$ 5 devido ao desmantelamento do esquema", informou Calmon.
A licitação dará o direito de explorar a bilheteria à empresa que apresentar o menor preço da entrada e o visitante vai poder comprar o tíquete pela Internet. O trenzinho da estação do Cosme Velho (R$ 36) é a outra opção.

A historiadora Mônica Teixeira Serra, 36 anos, no entanto, subiu a pé, com marido e filho. "Planejamos o passeio há um mês. Meu filho não conhece o Cristo", disse. Um grupo de turistas franceses também foi a pé. Um deles, Pascal Pinet, 24, usava muletas. O acesso de pedestre é permitido até as 16h. Carros autorizados podem subir até as 17h.

A professora Mônica Teixeira Serra enviou seu email para “News do Professor” da Estácio

“Meu desejo para 2010 é estudar no Mestrado em Educação.
Sou PROFESSORA e não desisto nunca por uma EDUCAÇÃO melhor!!!”

06 / 11 /2009 - Diretoria da Associação de Servidores do IBRAM toma posse

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Em evento ocorrido no dia 04 de novembro de 2009, no Auditório Gilberto Freire, Palácio Gustavo Capanema, centro do Rio de Janeiro, foi empossada a primeira diretoria e conselho fiscal da ASBRAM - Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus.

O IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus, é uma autarquia ligada ao Ministério da Cultura responsável por 28 museus federais (dentre os quais Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República, Museu Imperial, Museu da Inconfidência dentre outros) além da gestão do Sistema Braisleiro de Museus, que agrega mais de 2000 instituições museológicas e de memória espalhadas por todos os estados e no DF.

Hoje o IBRAM conta com 417 servidores ativos, nenhum aposentado e o MPOG (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) autorizou concurso para preenchimento de mais 293 vagas (foi aprovado, com a criaçãopd o IBRAM em maio de 2009, o preenchimento de 425 vagas via concurso público). O edital para o primeiro concurso público da referida autarquia deve ser publicado por estes dias.

Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus - ASBRAM Gestão 2009/2010

Diretoria
Presidente - Vicente Oliveira do Carmo - Museu Nacional de Belas Artes
Vice-presidente - Andre Andion Angulo - Museu da República
1ª Secretária - Mércia Correia Freire - Museu Casa de Benjamin Constant
2ª Secretária - Sonia Maria Gauderetu Duarte - Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio
1º Tesoureiro - Amauri Rodrigues Dias - Museu Ncional de Belas Artes
2º Tesoureiro - José de Lima - Museu da República

Diretor para Assuntos de Comunicação e Cultura - Amândio Miguel dos Santos - Museu Nacional de Belas Artes

Diretor de Assuntos Sociais, Esportivos e Lazer - Reginaldo Tobias de Oliveira - Museu Nacional de Belas Artes

Conselho Fiscal
Presidente - Cirlei Gonçalves da Rocha Vianna - Museu Nacional de Belas Artes
2º Conselheiro - Angela Cireni Teles - Museu Nacional de Belas Artes
3º Conselheiro - Joao Batista Rabelo e Castro - Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio.

Dentre os convidados, que prestigiaram o evento de posse da diretoria da ASBRAM com discursos, estiveram presentes:
Patrícia Araújo, diretora da Casa de Oliveira Viana, representando Márcia Bibiani, Superintendente de Museus do Estado do Rio de Janeiro; Maurício Aguiar, representando Josemilton Maurício da Costa, Secretário Geral da CONDSEF - Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal; Victor Madeira, Diretor de Formação e Política Sindical do SINTRASEF RJ - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Rio de Janeiro e Dirigente do MLC - Movimento Luta de Classes, Marcos Villela de Castro, Dirigente do PCR - Partido Comunista Revolucionário e Diretor da Associação dos Servidores do Centro de Processamento de Dados do Estado do Rio de Janeiro, além da atriz Zezé Mota, Superintendente da Secretaria da Igualdade Racial do Estado do Rio de Janeiro, representado a Secretária de estado Benedita da Silva que parabenizou o movimento que a ASBRAM e SINTRASEF vem empreendendo em relação às questões de melhores condições de trabalho e nos brindou com a interpretação de uma música, a capela, que narra aspectos de luta pela dignidade humana.

Há de se destacar a presença dos servidores dos museus federais sediados no Rio de Janeiro, servidores do IPHAN, de outras esferas de governo, de Ádua Nesi, representando a Associação Brasileira de Museologia, do Presidente da ASSEFAERJ - Associação dos Servidores da FUNARJ, da subsecretária de Cultura de Maricá, Mônica Teixeira Serra, do Secretário de Meio Ambiente de Nova Iguaçu, Sérgio Ricardo, do representante do Deputado Estadual Paulo Ramos dentre outros. Foram lidas cartas de apoio por convidados que não puderam comparecer, dentre as quais da Diretora do Museu Histórico Nacional, profª Vera Tostes, agradecendo o convite e felicitando a criação da ASBRAM.

Maricá comemora o Dia Nacional da Cultura com concurso de acrósticos


Em homenagem ao Dia Nacional da Cultura, 5 de novembro, a Secretaria Municipal de Cultura e a Biblioteca Pública Municipal premiaram os vencedores do 3° Concurso de Acrósticos realizado entre os alunos dos 5° e 6° anos do ensino fundamental de 16 escolas públicas e particulares de Maricá. O concurso teve como objetivos estimular a composição poética, a leitura e a escrita, além de desenvolver a criatividade dos participantes. A premiação dos melhores acrósticos, que tinham como base a palavra “cultura”, aconteceu nessa quinta-feira, 5 de novembro, na própria biblioteca e contou com as presenças da bibliotecária Ingrid Guinin, responsável pelo evento, e dos membros da comissão julgadora: a subsecretária de Cultura, Mônica Teixeira Serra, representando o secretário de Cultura, Sady Bianchin, o professor Marco Antonio Caldeira de Azevedo e a presidente da Academia de Ciências e Letras de Maricá, Meg Carvalho. O coordenador de Música da Secretaria de Cultura, Ronaldo Valentim, cantou e executou ao violão a melodia “Aquarela”, de Toquinho e Vinicius.

Os alunos vencedores das cinco primeiras colocações foram:

1° lugar - Vitória Nogueira Vidal – Colégio Estadual Cacilda Silva. Professora responsável: Marlene Rangel da Cruz; 2° lugar – Monick Farias da Silva – Escola Municipal Lúcio Thomé Guerra Feteira. Professora responsável: Viléa Coelho Alves;
3° lugar – Miriã Andrade da Silva – Escola Municipal Dirce Marinho Gomes.
Professora responsável: Monserrat Bezerra Barbosa; 4° lugar – Jaqueline Alcântara do Amaral – Escola Municipal Cônego Batalha. Professora responsável: Camila Barreto Constantino; e, 5º lugar – Arthur Albuquerque di Giorgio – Santa Mônica Centro Educacional. Professora responsável: Lidiane Nunes Acácio Rangel

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Frase para 2010

"O horário político é o único momento em que os ladrões ficam em cadeia nacional".

domingo, 31 de janeiro de 2010

História do Club de Regatas Vasco da Gama


No final do século XIX, o remo era o esporte mais popular do Rio de Janeiro. Ainda que o ciclismo também fosse popular, o esporte de maior prestígio entre os comerciários da época era o remo, já que as bicicletas comportavam muitos custos.

Quatro jovens, Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre de Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Sousa Júnior, reuniam-se e remavam todos os finais de semana no Clube de Regatas Gragoatá, em Niterói. Moradores da cidade do Rio de Janeiro e cansados de terem que viajar até Niterói para praticarem seu esporte favorito, decidiram fundar um novo clube de regatas na cidade e logo conseguiriam mais adeptos à idéia.

A primeira reunião para traçar os planos para a fundação de um clube de remo realizou-se no número 80 da rua Teófilo Otoni. Uma semana depois, no dia 21 de agosto de 1898, houve nova reunião, presidida por Gaspar de Castro. Dessa vez foi fundado o Club de Regatas Vasco da Gama, com um grupo formado então por 62 remadores, quase todos portugueses, em uma sala da Sociedade Dramática Filhos de Talma, na Rua da Saúde 293, que viria a ser a primeira sede social do clube. Nesta ocasião, foi eleito presidente Francisco Gonçalves do Couto Jr., comerciante dos bairros da Saúde e Botafogo, com 41 votos. A ata de fundação registrava:

Aos 21 dias do mes de Agosto de 1898, as 2:30 horas da tarde, reunidos na sala do prédio da Rua da Saúde numero 293 os senhores constantes do livro de presenças, assumiu a presidência o Sr. Gaspar de Castro e depois de convidar para ocuparem as cadeiras de secretários os senhores Virgílio Carvalho do Amaral como 1o. e Henrique Ferreira como 2o., declarou que a presente reunião tinha o fito de fundar-se nesta Capital da Republica dos Estados Unidos do Brasil, uma associação com o titulo de Club de Regatas Vasco da Gama (…)

História do Clube de Regatas do Flamengo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em fins do século XIX, o remo dominava o Rio de Janeiro. O futebol começava a aparecer em alguns clubes, mas ainda era olhado com certo temor, pois não estava sendo recebido com entusiasmo pela sociedade carioca. Entretanto, como era o remo quem mandava, as competições movimentavam as manhãs no Rio antigo e não havia praia que não tivesse o seu grupo de regatas. A turma da praia do Flamengo não acompanhava o resto dos rapazes, preferindo os passeios de barco pela baía e o bate-papo no Lamas, o já famoso restaurante do Largo do Machado.

Entretanto, a idéia de se formar um grupo na praia mais movimentada do Rio começava a nascer e numa noite de setembro de 1895, José Agostinho Pereira da Cunha perguntou a Nestor de Barros, Mário Spínola e Augusto da Silveira Lopes o que achavam em de se fundar um clube de remo. Eles concordaram com a idéia, a notícia correu logo pelo Largo do Machado e as adesões surgiram na primeira noite. Entretanto, para se tornar um clube de regatas, havia necessidades de um barco, naturalmente.

Havia uma baleeira a cinco remos, meio gasta, que poderiam comprar. E nada mais justo do que os que tivessem dinheiro fossem os primeiros a colaborar e, assim, Mário Spínola, Felisberto Laport, Nestor de Barros, José Félix da Cunha Menezes e José Agostinho Pereira da Cunha contribuíram com quatrocentos mil réis, o suficiente para a compra da veterana embarcação, que teria que passar por uma reforma completa para ser o barco oficial do novo grupo que se formava.

Pherusa foi o nome dado ao barco e, para os devidos reparos, alguém indicou um armador de Maria Angu. Serviço perfeito por duzentos e cinqüenta mil réis e, mais uma vez, o pessoal que podia colaborar, colaborou. A manhã do dia 6 de outubro foi uma festa, pois era a data marcada para apanhar a ambicionada Pherusa.

Um bom grupo foi formado para ir buscar o barco: Nestor de Barros, José Félix, José Agostinho, Mário Espínola, Felisberto Laport, Napoleão de Oliveira, Maurício Rodrigues Pereira e Joaquim Bahia partiram felizes e mais felizes ficaram ao contemplar Pherusa, novinha em folha, a balançar-se no mar.

Depois do meio-dia saíram orgulhosos da Ponta do Caju já na embarcação. Mário Espínola dirigia o barco e apesar do tempo feio, nada tirava a empolgação dos rapazes. Entretanto, começou a ventar e a chover e, para tristeza de todos, a Pherusa não conseguia resistir e acabou naufragando. O medo tomou conta dos tripulantes e cada um procurava se manter de qualquer maneira seguro ao que ainda restava do barco. Bahia resolveu nadar até a praia em busca de ajuda, pois era um excelente nadador e o única capaz de tal tarefa.

Bahia sumiu, o vento parou, assim como a chuva e, de repente, uma lancha vinda da Penha viu o sinal de Mário Espínola – uma bandeira branca – e veio buscar os náufragos. Os tripulantes da lancha Leal salvaram todos e rebocaram a pobre Pherusa, totalmente destroçada.

Entretanto, o barco pouco importava, queriam saber de Bahia. Felizmente, Bahia era um bom nadador mesmo e, depois de quatro horas de luta, conseguir chegar à praia, feliz por lá encontrar os seus companheiros. A recuperação de Pherusa foi mais uma vez iniciada, mas quando o barco já estava sendo preparado para novas batalhas, foi roubado e nunca mais foi encontrado. Ficou de Pherusa apenas a lembrança e o desejo de todos em fundar realmente um grupo de regatas.

Virada histórica no Maracanã em cinco velocidades


Depois de ir para o intervalo com 3 a 1 para o adversário, Flamengo volta arrasador, faz quatro gols e vence Fluminense por 5 a 3

Em uma noite que parecia fadada às gozações da torcida adversária, quem riu por último foi o Flamengo. Depois de um primeiro tempo ruim, em que foi dominado quase que inteiramente pelo Fluminense, a equipe de Andrade voltou melhor do vestiário e desfez a desvantagem de 3 a 1 com uma virada que já entrou para história do clássico: 5 a 3.

O jogo não começou bem para o atual campeão brasileiro. Melhor em campo, o Fluminense abriu o placar aos 13 minutos do primeiro tempo, com Alan. Mesmo com mais posse de bola, o Fla era improdutivo e criava pouco. O Flu, por seu lado, era envolvente e a partir da segunda metade começou a criar várias oportunidades de gol. Até que o juiz marcou um pênalti, aos 38, e os tricolores ampliaram, com Conca. Não deu nem tempo para comemorar. Aos 42, também em cobrança de pênalti, Adriano diminuiu. Mas Cássio fez justiça ao maior volume de jogo, assinalando o terceiro dos comandados de Cuca, aos 45.

No segundo tempo, Andrade mexeu no meio-campo da equipe. Tirou Fernando e colocou Willians e, na criação, sacou Petkovic para a entrada de Vinicius Pacheco. O time voltou com mais atitude e as mudanças surtiram efeito. Aos sete, depois de um bate-rebate na área tricolor, Vagner Love aproveitou sobra na pequena área para deixar a contagem em 3 a 2. Um minuto depois, aos oito, Vinicius Pacheco fez uma jogada rápida de linha de fundo e Kleberson completou, quase de sem pulo: 3 a 3.

Aos 17, o zagueiro Álvaro levou o segundo amarelo e o Flamengo ficou com um a menos. A equipe, no entanto, manteve a raça. Em mais um contra-ataque rápido, Vagner Love abriu na direita para Vinicius Pacheco que rolou com precisão para Adriano concluir de pé esquerdo. Era o gol da virada, aos 36.

A cereja do bolo veio aos 44. Atrás do empate, o Fluminense descuidou a última linha e Adriano recebeu completamente livre, ainda no semicírculo. O Imperador não perdoou e fez o quinto, oseu terceiro na noite. Final, Flamengo 5 x 3 Fluminense, para a alegria da torcida rubro-negra, que não perdeu a chance de tripudiar. Devolveu, com o mesmo coro, um funk cantado pelos tricolores em fevereiro de 2008, quando o Flamengo sofreu sua última derrota para o clube das Laranjeiras.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Íntima conversa com Deus

A oração deve ser a expansão da alma para com Deus. É uma conversa muito íntima, uma meditação.

É, por excelência, o refúgio dos aflitos e de todos os corações magoados.

Nas horas de tristeza, de pesar, quem já não encontrou na prece a calma e o alívio?

É nesses momentos que acontece um diálogo profundo entre a alma que sofre e a Divindade.

A alma fala das suas angústias, dos seus desânimos, pede socorro.

Então, no altar da consciência, uma voz responde. É a voz do Pai de onde vem as forças para a luta, o medicamento para as feridas abertas e a luz para os caminhos escuros.

Essa voz consola, reanima, traz coragem.

Depois dessa conversa tão profunda, a alma se ergue menos atormentada e menos triste.

É como se um raio de sol trouxesse a esperança, modificando a paisagem de sombras.

A linguagem da prece varia conforme as necessidades do Espírito. Pode ser um grito, um lamento, um desabafo, um balanço geral dos próprios atos. Um simples pensamento, uma lembrança, um olhar dirigido para o Céu.

Não existem horas determinadas para a prece. Toda vez que sentirmos a alma emocionada, agitada por um sentimento profundo, é o momento de orar.

Podemos orar à beira dos mares, deixando a alma extravasar sua poesia ao ritmo das ondas que morrem na areia. Podemos orar na claridade do dia ou à noite, sob o céu estrelado e a luz da lua.

A nossa prece pode se erguer aos Céus do meio dos campos, entre o trigo que balança as espigas maduras ao vento ou nos bosques, no silêncio das florestas, nas estradas desertas.

Em verdade, tudo ora e tudo celebra a alegria de viver. Se nos dispusermos a ouvir, poderemos unir a nossa prece ao concerto que parte da Terra e busca Deus no Infinito.

Em toda parte, em todos os lugares, poderemos ouvir o cântico da terra que se dirige ao Criador.

Os oceanos erguem suas vozes e os desertos murmuram. A profundeza dos bosques, o farfalhar das folhas do arvoredo tudo entoa um cântico de gratidão à vida.

Agradecidos pelo dom da vida, que possamos pedir a Deus que nos dê amor ao trabalho, que é o dever de todos sobre a Terra; que ajude a nos esclarecer sobre as nossas imperfeições, essas que enfeiam a nossa alma e adiam o nosso progresso, para que fortalecidos pela sua generosidade, vençamos os obstáculos que impedem a vitória da verdade sobre o erro, da fraternidade sobre o egoísmo.

* * *

A prece feita em conjunto é como um feixe de vontades, de pensamentos e perfumes que se dirige para o Criador.

Se pudéssemos avaliar o verdadeiro efeito produzido pelas preces sinceras, oraríamos muito mais porque orar com amor pelos infelizes é uma das mais eficazes formas de caridade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 51
do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 27.01.2010.

Sol Nascendo


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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Prefeitura apreende e multa ônibus em Cascadura

Enviado por Marcelo Dias - 15.1.2010| 21h11mFora da linha
Prefeitura apreende e multa ônibus em Cascadura

A Secretaria Municipal de Transportes lacrou três ônibus e multou outros oito durante uma operação hoje no Terminal de Cascadura, na Praça Nossa Senhora do Amparo. Dentre as irregularidades, havia bancos soltos, parabrisas trincados e extintores que não funcionavam. Os ônibus lacrados são das linhas 773 (Cascadura-Cidade de Deus) e 790 (Cascadura-Campo Grande).

Já os coletivos multados são três da linha 712 (Cascadura-Irajá), da Três Amigos, um da 725 (Cascadura-Ricardo de Albuquerque), da Auto Viação Bangu, dois da 773 e outros dois da 790.

Ontem, os fiscais retiraram de circulação seis ônibus da linha 261 (Marechal Hermes-Praça XV), da Auto Viação Rio, por equipamentos inoperantes e documentação vencida.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Seminário: O aborto na visão espírita

Centro Espírita Aprendizes do Bem
Convida:
O aborto na visão espírita
Dia: 24/01/2010
Horário: Das 15:00 ás 19:00h ( Das 3:00 ás 7:00h )
Local: R. João Pinheiro, 574, Piedade, Rio de Janeiro

domingo, 10 de janeiro de 2010

A FELICIDADE E O TRABALHO

Os Espíritos ensinam que completa felicidade é apanágio da perfeição espiritual.

Enquanto o homem possuir vícios e fissuras morais, ele sofrerá.

A identificação exclusiva com as coisas materiais causa sofrimento.

Tudo o que é material é transitório.

Quem localiza sua fonte de satisfação no que dependa apenas do elemento material está fadado a perdê-la.

Ao final da existência terrena, restam somente as conquistas morais e intelectuais.

Tais conquistas correspondem ao tesouro que nenhum ladrão consegue roubar e que as traças e a ferrugem não atingem.

A perfeição espiritual não se cinge à conquista de virtudes morais.

Ela envolve também o burilar do intelecto.

A razão e o sentimento burilados e purificados constituem as duas asas que conduzem o Espírito à plenitude.

Importa, pois, dedicar-se ao cultivo de ambos.

A felicidade é o sonho de todo homem.

Pergunte-se a qualquer pessoa o que deseja e ela certamente afirmará que quer ser feliz.

A busca de plenitude, de conforto e de paz têm conduzido a raça humana ao longo das eras.

A própria fragilidade da vida material desafia o intelecto.

Na busca de preservá-la e de vencer os elementos da natureza, os homens desenvolvem suas faculdades intelectuais.

Com o tempo, esse intelecto desenvolvido volta-se para questões mais transcendentes.

Surgem reflexões sobre a razão e a finalidade da vida.

Indaga-se o porquê de tantos sofrimentos que envolvem a vida humana.

O Espiritismo responde tais questionamentos.

Ele ensina que os obstáculos e os infortúnios destinam-se a desenvolver a sensibilidade e o intelecto humanos.

A igualdade em face da dor, da doença e da morte mostra o quanto todos são parecidos e devem ser solidários.

Ricos e pobres, belos e feios, todos se submetem aos imperativos da natureza.

É difícil permanecer insensível em face de uma dor que já se experimentou.

À medida que a Humanidade evolui, as dores se tornam menos atrozes.

Por conta da evolução intelectual, medicamentos e tratamentos sofisticados são descobertos.

Tudo se encadeia no Plano Divino.

O progresso intelectual dá-se de modo quase automático, pelo natural desejo que os homens têm de se furtar a dores e embaraços.

O progresso moral secunda o intelectual, mas demanda uma sensibilidade e um esforço a mais para operar-se.

Ele pressupõe maturidade bastante para compreender a vida a partir de um patamar mais elevado.

O estágio atual da Humanidade já possibilita compreender que conquistas materiais não garantem a felicidade.

Embora a evolução científica e tecnológica, os homens persistem angustiados e carentes de paz.

Para ser feliz, é necessário vencer velhos vícios, que causam grande tormento.

Inveja, ciúme, egoísmo, ganância e sensualidade desequilibrada são exemplos de fissuras morais que infernizam quem as possui.

O homem realmente decidido a ser feliz precisa dedicar-se a combater seus vícios.

O intelecto desenvolvido auxilia-o a identificar os seus problemas morais.

Basta pensar quais de suas características lhe tiram a paz e não são elogiáveis no próximo.

Identificados os problemas, é necessário trabalhar para combatê-los.

A criatura madura sabe que não existe resultado sem trabalho, nem recompensa sem esforço.

Ninguém se transformará em anjo por um golpe de sorte.

Impõe-se a aplicação de uma firme vontade no burilamento do próprio caráter.

A plena felicidade pressupõe a perfeição espiritual, mas esta é fruto do trabalho.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 07.01.2010.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Maricá quebra monopólio das empresas de ônibus

Rio - O motorista Carlos Fernandes não conseguiu terminar o seu discurso de agradecimento. A voz embargou, as lágrimas rolaram e um abraço do prefeito de Maricá, Washington Quaquá, significou a felicidade dos donos de vans, que farão, oficialmente, o trajeto de Inoã a Niterói e ao Rio de Janeiro. Quaquá, acompanhado da primeira-dama, Rosângela Zeidan, inaugurou o terminal das vans. “A entrada das vans no Centro do município, antes de ser uma promessa de campanha contra o monopólio, marca uma vitória do povo”, disse.

O prefeito anunciou a criação de uma empresa municipal de transportes em 2011, e Rosângela Zeidan afirmou que “a regulamentação do transporte alternativo era um verdadeiro presente de Natal para a população”.
Durou oito anos a luta dos topiqueiros, obrigados a estacionar fora da cidade, e o sofrimento dos populares em caminhar até o ponto de partida para, então, se dirigir ao Rio e a Niterói. As vans de Maricá para Niterói circularão de 10 em 10 minutos, das 4h50 às 22h, e para o Rio de Janeiro, os intervalos serão de 15 minutos.

Maricá homologa licitação para a compra de ônibus escolares

O secretário de Educação de Maricá, Marcos Ribeiro , homologou a licitação feita pela sua pasta, através do método pregão eletrônico, para a compra de quatro ônibus escolares que atenderão aos alunos da rede municipal de ensino. Os veículos, do modelo VE 02, custarão R$ 548,6 mil aos cofres públicos.